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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Artigos

A Renuncia

Com exceção de uma minoria, a conduta dos homens de hoje, os leva a procurar atingir objetivos egoístas, capitalistas, consumistas, uma preocupação constante e crescente com tudo quer assegure “eu”, o dinheiro, a beleza física, a posição, são as principais metas de homens.
Se tudo isso leva a nada, se a insatisfação estará sempre marcando a maneira de viver de todo mundo que assim procede, qual a saída para tal situação.
Cristo a apresenta: “… Renuncie a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me…”
Esse é um desafio, que exige uma mudança radical na mentalidade e maneira de procedor do cristão.
Hoje, é uma ousadia, fazer tal opção pois contradiz todos os sistemas atuais todas as modernas compreensões de existência.
No time de Cristo, ganha quem sabe perder. Ser cristão é ser como Jesus: onde todos fazem do lucro o seu Deus, ser capaz de gestos de graça, onde todos respondem com violência, oferecer perdão; onde todos lutam pelo poder e riqueza, servir e repartir; onde todos rejeitam as derrotas, aceita os Calvários.
O cristão deve se preocupar com a qualidade humana religiosa da vida e, não com o egoísmo, a busca da autopromoção ou a busca insaciável do prazer.
Viver o cristianismo com autenticidade assusta a grande parte dos cristãos, pois Jesus se comporta fora das regras comuns da conduta do homem moderno, por isso o chamaram e chama de  louco. E viver o  cristianismo é viver como Jesus viveu.
Observamos, todavia, que a renúncia era o testemunho de vida de Jesus, que reuniu multidões, que atraia o povo e enchia de esperança os oprimidos.
Se tal sacrifício nos traz a cruz, isto é, menosprezo, gozação, desconforto, desconfiança, maledicência, isto não deve nos intimidar, pois mais do que isso sofreu o Cristo.
Se, por seguirmos a Cristo nos tornamos sinal de contradição para o mundo, recordemos que estamos juntos com o Mestre, e que é morrendo para as futilidades da vida, que se vive para a vida eterna!

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