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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Artigos

A procura de Deus

Para nos aproximarmos de Deus, temos que ir pelo caminho certo: conhecermos e nos aproximarmos da Humanidade Santíssima de Jesus. Nos cristãos, precisamos ler mais sobre a vida, paixão, morte e ressurreição do Senhor, que especialmente no Novo Testamento, são livros de sincera piedade, que nos fazem conhecer o Filho de Deus, Homem como nós e Deus verdadeiro, que ama e que sofre na Sua carne, pela Redenção do Mundo.
Devemos considerar mais, recitação do Santo Rosário, uma das devoções mais difundidas entre os cristãos católicos – Quando eu rezo, junto com minha esposa,o rosário pela manha, tenho pedido a Deus que faça com que eu e ela perseveremos nessa pratica de louvor e amor a Maria e a Jesus, pois n o rosário, contemplamos o gozo, a dor e a gloria da Mãe de Deus e o exemplo assombroso que o Senhor nos dá, durante os Seus trinta anos de obscuridade; nos seus três anos  de pregação, na Sua Paixão dolorosa e na Sua Gloriosa Ressurreição.
Conhecendo e nos aproximado de Jesus, por meio dos Santos Evangelhos e da recitação do Rosário, nós nos animamos como aqueles dozes apóstolos, a nos identificar com Ele. Não demoramos a afirmar, desde que não tenhamos levantando obstáculos à graça, que nos revestimos de Nosso Senhor Jesus Cristo, tão bem nos sentimos, tão fortalecidos passamos ser.
Mas não esqueçamos de que “estar com Jesus” é, certamente, topar com a Sua cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é freqüente que Ele nos permita saborear mãos de Deus, é freqüente que Ele nos permita saborear a dor, a solidão, as contradições, as calunias, as difamações, os escarneos (gozações), por dentro e por fora: isto porque Ele quer nos moldar à Sua imagem e semelhança e tolera, também, que nos chamem de loucos e que nos tomem por simplórios.
Chegam a ferir as ovelhas, com as pedras que deveriam ser atiradas aos lobos: o seguidor de Cristo experimenta na sua própria carne, que aqueles que deveriam ama-los, tratam-no de uma maneira que vai desde à desconfiança, à hostilidade; da suspeita, ao ódio. Olham-no com receio, como se olha para  um mentiroso, por não acreditarem que possa haver uma relação pessoal com Deus, na vida interior. Em contrapartida, com o ateu e com o indiferente, ordinariamente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e compreensão.
Assim esculpe Jesus as almas dos seus seguidores, sem deixar de lhes dar, interiormente, serenidade e alegria, porque entendem muito bem que com cem mentiras juntas os demônios não são capazes de fazer uma verdade.
Ao conhecermos a Humanidade Santíssima de Jesus,nos aproximamos e nos identificamos com ela; há um maior aproximamento com Deus Pai e passamos a viver, desde agora, as delicias de uma paz interior que só os eleitos, os filhos prediletos do Senhor tem. E a todos, o Senhor espera para que vivam sob a Sua guarda, sob a Sua proteção, para que sejamos revestidos de Sua Santidade, tornando-nos um “outro Cristo, hoje, aqui e agora. 

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