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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Artigos

A poluição moral

Hoje existe uma geral e justa preocupação com a pureza dos ambientes em que vivemos. Há pouco tempo, houve no Rio de Janeiro um Congresso Internacional, para determinar medidas que todos os povos deveriam adotar, para evitar que a poluição continue aumentando e, mais do que isso, para fazer com que ela decresça e fique a níveis compatíveis com a vida humana.
E na verdade, é necessário sim que se tome medidas severas, para impedir a crescente poluição do ar, dos locais de trabalho, das águas dos rios e dos oceanos, que provocam ambientes cada vez mais hostis, à vida dos homens.
Todavia, algo muito sério está sendo deixado para traz, por toda a humanidade, pois enquanto há congressos internacionais para todo e qualquer tema, o moral não é debatida com profundidade.
Iguais às razões que levam os homens a se preocuparem com a poluição ou a ecologia, são as razões, talvez muito maiores, que deveriam levar os mesmos homens, a se preocuparem com a poluição ou a ecologia, são as razões, talvez muito maiores, que deveriam levar os mesmos homens, a se preocuparem com a poluição moral, que envenena e corrompe o coração dos filhos.
Quem ousa censurar e denunciar está “maré alta” de imundice moral, é taxado de quadrado, ultrapassado e defensor de “tabus” superados e de hábitos obsoletos, de uma geração que está acabando. Entretanto, eu censuro e denuncio!
A defesa de determinados valores humanos, interessa a todos que colocam a criatura humana acima do nível de pura animalidade. Não se pode permitir que indústria da exploração do sexo, transforme a literatura, os locais de divertimento público, a televisão, em agentes corruptos de um sociedade que a nós parece estar cada vez mais frágil.
Não se pode permitir que a indústria da exploração das drogas, dos políticos sem vergonha e ladrões, das empreiteiras corruptoras, fiquem impunes à censura pública. Precisamos denunciá-las!
Hoje, quando amesquinha-se o afeto e o bem querer desinteressado, é necessário que os homens e mulheres que se dizem cristãos, tomem uma posição firme contra este estado de desgraças, procurando viver como nos determina o Senhor, com o desejo leal e profundo de intervir, dentro de suas possibilidades, onde e quando tiverem tal oportunidade.
Procurando ser simples, prudentes, humildes, pacientes, idealistas, sábios, pessoas de fé, esperança e caridade cristãs, saberemos sempre como combater as forças do mal, que hoje invadem os nossos lares e os lares do mundo todo.
Mesmo antes de acontecer qualquer “Congresso Internacional”, sejamos baluartes da moral cristã, pedindo a Jesus as forças da Sua Graça.

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