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quarta-feira, 02 de outubro de 2013

Artigos

A fragilidade das adivinhações

A Bíblia proíbe e adverte contra as adivinhações de toda espécie. São Paulo falou aos romanos há quase dois mil anos e fala hoje para nós sobre isso. Trata do mesmo assunto Isaías, Jeremias e Daniel. Nestes homens de Deus, encontramos referências claras contra todo tipo de predição, de advinhação.
Mas o homem, pobre homem, sendo religioso por natureza, quando – por uma razão qualquer –, sente que a sua fé, na crença que diz ter, se enfraquece, ele inventa superstição. Quando o homem percebe que está perdendo a fé na sua crença, ele fabrica outra . Apela! Inventa! E, hoje, mais que em outras épocas, quando muitos estão pondo em dúvida os valores do Evangelho, essa fraqueza humana está mais evidente.
Nada, porém, tem dado ao homem a paz de que ele necessita, e que só em Deus alcançará.
Nesta busca desordenada pela tranqüilidade, buscando acalmar seus temores e ansiedades, o homem procura se livrar de suas responsabilidades atribuindo seus erros nos astros e ao destino.
Tudo isso leva a nada, ou a uma insatisfação maior, à angústia.
O correto, e especialmente para nós cristãos, é confiar só em Deus Pai, Criador, dos astros e de tudo que existe, e que vela por cada um de nós, seus filhos com um amor que só espera de nós outro grande amor.

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