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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Artigos

A doença da moda

Bom dia, Barretos!
De tempos em tempos temos a prevalência de uma doença sobre as outras, a doença da moda, e que se alastram como uma endemia. Agora estamos vivenciando não uma doença física, mas sim uma doença mental, que invade nossa parte espiritual gerando o medo, a angústia e a depressão. Estamos saindo de uma temporada de dengue, chikungunya, gripe e viroses em geral, mas o que vem predominando e que aumentou muito depois da covid19 foram os quadros de angustia e depressão. Estamos colhendo as consequências do clima de terror implantado em nosso espirito com o “Fique em casa, não visite seus familiares, trabalho suspenso, não vá a reuniões, festas, use mascara o tempo todo”. O medo foi se espalhando, as aulas suspensas e a família presa em casa. Como saímos dos nossos hábitos e entramos num processo de isolamento, a grande maioria das pessoas foi acometida de ansiedade e depressão. Estamos pagando um preço muito caro pelo isolamento forçado e a desorganização familiar com pais e filhos confinados em quatro paredes. Casos de simples ansiedade alternando com quadros de depressão severa ficaram frequentes nos consultórios.
As crianças isoladas de seu convívio com os colegas de escola, sem atividades escolares e de lazer, pais com seus trabalhos suspenso, mantidos longe de seus afazeres e de encontro com os amigos.
A vida em casa totalmente alterada e todos se sentindo como que contidos numa camisa de força. Sabemos que uma grande parte da população reside em casas populares entre 30 e 40 metros quadrados, o que se torna uma cela a aprisionar as famílias. Os quadros de agressão e outros mais graves, com conflitos familiares se avolumaram tornando se casos de polícia.
Agora chegou a hora de repensar a vida. Esquecer a coivid19 esquecer as máscaras, dominar o medo, voltar a sorrir, reviver os contatos e as reuniões com os amigos, válvula de escape para as nossas tensões diárias.
Pedir perdão a quem ferimos perdoar quem nos feriu, afastar de vez o medo e voltar a ser feliz.
Bom dia, Barretos.

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