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domingo, 22 de janeiro de 2017

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É possível enviar uma carta ao Papa Francisco?

“Uma ligação mudou a minha vida: o Papa Francisco me disse que, se fosse preciso, ele batizaria o meu filho.” Quem conta isso é Anna, uma jovem romana que, ao ficar grávida, descobriu que o pai da criança era casado e não tinha intenção alguma de cuidar do filho nem de continuar com ela.
Apesar de tudo, ela decidiu continuar com a gravidez e, como desabafo, já que se sentia solitária e infeliz, escreveu uma carta ao Papa Francisco há alguns meses. Para a sua surpresa, há poucos dias, ela recebeu uma ligação do Pontífice em pessoa, quem a motivou e lhe deu esperança, garantindo-lhe que, se tiver problemas pela sua condição de mãe solteira, ele mesmo batizaria o menino.
Como esta, o Papa Francisco recebe centenas de cartas por dia, milhares por semana. Algumas das pessoas que lhe escrevem recebem uma ligação pessoal do papa; outras recebem uma resposta por escrito, com a ajuda dos seus colaboradores. Mas todas são lidas e atendidas, por meio de um escritório da Secretaria de Estado, que organiza a correspondência do Pontífice.
Sempre foi possível enviar uma carta ao papa, tanto a Francisco como aos seus predecessores. Mas, sem dúvida, o Papa Francisco, com seu estilo pastoral simples e popular, amante dos gestos “fora do programa”, gerou grande simpatia.
A melhor maneira de se comunicar com o papa é por meio da carta em papel. Ele não tem e-mail público e, como é compreensível, não retuíta nem escreve mensagens pessoais aos seus milhões de seguidores no Twitter.
Não importa em que idioma será escrita a carta. Ela só precisa ser enviada para o seguinte endereço:
 
Sua Santidade Papa Francisco
00120 – Cidade do Vaticano
Fonte: Aleteia

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