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FAZENDO A DIFERENÇA
O povo brasileiro é tido como um dos mais felizes e acolhedores do mundo. Realmente sabemos fazer festa. Alegria é conosco mesmo em tempos de crise. Alegria sempre será algo contagiante. Pode reparar. Ficar perto de pessoas felizes nos torna felizes. Porém, mesmo com tantas alegrias, não podemos esquecer o outro.
Há muitas pessoas precisando de nós, de um alô, de um aperto de mão, de uma risada. Há pessoas que não andam tendo o que comer ou vestir. E nem trabalho. É ai que deve entrar toda nossa alegria. Precisamos fazer a diferença na vida dos que sofrem. Não podemos ser egoístas e esquecer-se do outro. E olha, às vezes, o ‘outro’ está dentro de nossas casas.
Não precisamos ser ricos para ajudar, para fazer a diferença. Comece dentro de sua casa, se pergunte o que se pode fazer hoje pra tornar diferente o dia de sua esposa, esposo, filhos, pais, irmãos… Pequenos gestos podem mudar uma vida, um casamento, uma família. Se pergunte o que você pode fazer hoje para ser a diferença em seu trabalho, em seus compromissos. É tão simples fazer a diferença.
Talvez seja você que esteja precisando que alguém lhe faça a diferença. Se caso ninguém lhe fizer, faça você a si mesmo a diferença. Se ame mais, se cuide mais, se divirta mais, viva mais. Se cada um de nós nos ocuparmos em fazer a diferença na vida de alguém não sobrará tempo para sermos tristes e deprimidos.
Pe. Thiago Reis