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domingo, 25 de setembro de 2016

Artigos

O filho perdido

A tão conhecida parábola do filho pródigo vem, no evangelho de Lucas, acompanhado de duas outras parábolas: a ovelha a moeda perdidas. Em todas vêm a atribuição adjetiva do verbo “perder”.

Quem é que, em um momento e outro da vida, não se sentiu assim, perdido? Estar perdido é não saber o que fazer. É estar desorientado, confuso, equivocado, entre outros.

Vista por este ângulo, a parábola revela que reencontrar o sentido da nossa vida é a vontade que está no coração de Deus.

De fato, o pai misericordioso afirma ao filho mais velho: “Era preciso alegrar e festejar. Porque este teu irmão estava perdido e foi encontrado, estava morto e tornou a viver”.

Assim, qualquer Igreja que se digne dizer cristã deve ser o lugar do encontro; da acolhida de quem está perdido. Deve ser o lugar da acolhida e não da exclusão. Deve oferecer o remédio e não o veneno. Ser porta do céu e não do inferno.

 

Pe. Ronaldo Miguel

Mestrando em Roma

 

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