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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Artigos

A falta de paz

A maioria dos desassossegados que inquietam as almas das pessoas, a falta de paz de tantos homens e mulheres é conseqüência da ausência de Deus ou do egoísmo acentuado e quase generalizado, hoje em dia.
Muitos são os que se dizem cristãos, especialmente no ocidente e em particular no Brasil. Muitos tentam aparentar um cristianismo, eu negam  ao seu próprio interior. Este estado de confusão generalizada é a causa da vida difícil que tanta gente leva.
A ânsia de acumular mais dinheiro, mesmo que seja a custa de pagar menos aos que lhe prestam serviço, ou cobrando além do justo na venda de bens materiais, ou não pagando no prazo combinado afim de ganhar mais um ou dois dias de juros… É assim eu vive muita gente. E faz conta, e conta quanto tem, e fala do que tem, como se fossem eternas as suas vidas e seus bens. E suas almas são inquietas porque insaciáveis. A vontade desesperada de ter prestigio social, de ter mais cargos neste hipócrita sociedade, de ter fama de homem ou mulher que trabalha pelo bem comum, acaba tirando a paz de tantos que só pensam realmente em si mesmos.
Para todo esse povo que vive assim mundanamente, só há uma solução: a volta para Deus. Nenhuma de suas conquistas materiais, vazias, terrenas, poderá lhes dar a serenidade que toda pessoa aspira. Quanto mais têm mais querem e nada as sacia.
“Ele tirou-me da fossa da perdição, do pântano lodoso, e assentou meus pés sobre a rocha, deu firmeza aos meus passos”, nos diz o salmista.
Somente a determinação de passar a viver segundo o evangelho lhes garantirá a paz, lhes permitirá pisar com a certeza de que a rocha sobre a qual caminha lhe dará firmeza aos seus pés; pois passará a viver sob a Verdade.
Essa mudança de vida, porém, exige audácia, generosidade e determinação de ser melhor, de viver melhor, de ter uma vida conforme Cristo preconizou: de serviço e amor a Deus e aos irmãos.

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