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Mês Vocacional: O menino que fez o papa chorar continua querendo ser padre
Durante a realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na cidade do Rio de Janeiro em 2013, uma das imagens mais emblemáticas e registradas por diversos veículos de comunicação marcou não somente o evento como toda a população brasileira e do mundo: o abraço de uma criança ao Papa Francisco.
Na época, o menino chamado Nathan, de apenas 9 anos, trajado de uma camiseta alusiva as cores da bandeira brasileira, visivelmente emocionado, confessou ao Pontífice seu desejo de seguir futuramente o caminho sacerdotal. “Santo Padre, eu quero ser sacerdote de Cristo, um representante de Cristo”, disse.
Logo, Francisco não se conteve com o gesto de carinho e as palavras do pequeno, e também, expressou sua alegria através de um breve choro, acompanhado pelas seguintes palavras: “Ora por mim que oro por tí”.
Passados três anos, e mais uma JMJ, essa última sediada na capital polonesa de Cracóvia, as palavras ditas pelo papa continuam recentes na memória de Nathan. Hoje, com 12 anos, o garoto mantém o mesmo pensamento. A vontade de servir a Cristo no sacramento da ordem é vista como uma meta a ser alcançada.
Neste mês de agosto, período em que a Igreja celebra as vocações, Nathan voltou a ser lembrado pela Igreja Católica no Brasil, ainda mais por sua imagem nos braços de Francisco estampada nas campanhas e subsídios distribuídos pela CNBB.
Embora tenha ainda pouca idade, o menino procura ir além das costumeiras atividades do dia a dia de um pré-adolescente, buscando aprofundar-se no período de discernimento.
Aos domingos, durante a celebração dedicada às crianças, exerce a função de coroinha na Catedral de Lorena, no interior paulista.
Antes mesmo de ter o encontro especial com o Papa Francisco em 2013, Nathan sempre esteve inserido nas das atividades da Igreja e, aos 7 anos, já manifestava o desejo pelo sacerdócio.
Fonte: Gaudium Press | A12.com