Ir para o conteúdo

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Artigos

Cada um com seus sagrados princípios

Os anacoretas (religiosos) do longínquo Tibet rezam recitando pequenas orações como “Tesouro do Lótus, eu te saúdo” e a contínua e tranqüila repetição os leva à contemplação da grandeza do universo, os leva ao seu deus.
Certa ocasião perguntaram a Albert Einstein se ele tinha fé. Respondeu o cientista: se por fé se entende a admiração diante da sabedoria e da grandeza que reinam no mundo, tenho fé.
Os cristãos têm as Sagradas Escrituras que lhes determina a vida de Amor. Amor a Deus, amor ao próximo são os mandamentos que os conduzirão à felicidade ou infelicidade eternas.
No Juízo Final não seremos interrogados sobre onde, quando e como oramos ou meditamos, mas se demos de comer, de beber, se vestimos ou visitamos o nosso próximo. Com base nisso é que seremos condenados ou absolvidos, mas isso não significa que não possamos nos entregar com grande zelo à oração e a meditação.
Mesmo que não tenhamos grandes virtudes, mas se formos humildes, e humildemente nos entregarmos intensamente à oração, esta nos levará à ocupação do conhecimento da Palavra de Deus e vivência dos seus mandamentos, à vida no Amor em conseqüência, o amor ao próximo.

Compartilhe: