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O maior dos sentimentos
Há um sentimento que nos liberta de todos os fardos , das dores da vida, e nos faz atingir o vínculo da perfeição. Esse sentimento é o amor.
São João em sua primeira carta, afirma que “Deus é amor”. Além de tudo mais que Ele tenha feito, faça ou venha a fazer, tudo é manifestação do seu amor. O amor do Pai é tão reconfortante, que chega a ser difícil compreende-lo porque excede, e muito, aquilo que os seres humanos rotulam como amor, pois este, por vezes, é um mero sentimento superficial, ou uma louca paixão temporária. O sentimento humano , tantas vezes, está misturado com o egoísmo e a cobiça. Deus não se limita a ter amor ou a demonstra-lo. Ele é o amor.
O amor do Pai pela humanidade se revela de numerosas maneiras, sendo a cruz a maior de todas as formas. Como seguidores de Jesus, correspondemos a ele amando os outros como Cristo nos amou.
A vida sem amor é um tipo sub-humano de existência. Precisamos do amor paterno, familiar e também dos amigos. Contudo, assim como precisamos receber amor, também precisamos amar. A capacidade de amar é criada em nós por nosso Criador, na pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. É Ele quem nos convida a nos amarmos uns aos outros.
Celebrar a Eucaristia é para mim e para você, assumir o compromisso de viver a fraternidade não apenas verbalmente, mas afetivamente. Assim como Jesus se entrega por nós, que nossa vida seja toda vivida na doação e no serviço aos irmãos e irmãs, especialmente daqueles que mais sofrem: “Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros”.