Ir para o conteúdo

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Artigos

O fruto do “saborear a dor”

Quem se decide a viver uma vida cristã de verdade, seguir a Jesus, estar com Jesus, certamente topará de frente com a Sua Cruz. Eu já tenho escrito sobre o grande esforço que, juntamente com minha esposa, tenho feito, para sermos bons cristãos.
Quando nos abandonamos nas mãos de Deus é freqüente que Ele nos permita saborear a dor, a solidão, as contrariedades, as calúnias, as difamações, os escarneos, por dentro e por fora, porque quer moldar-nos à Sua imagem e semelhança, e tolera também que nos chamem de loucos e que nos tomem por pessoas que vivem no mundo da fantasia.
Aquele que decide, com todas as fraquezas, ser um autêntico cristão, ser um bravo seguidor de Cristo, experimenta na sua própria carne que aqueles que deveriam amá-Lo, o tratam de uma maneira que vai da desconfiança a hostilidade, da suspeita ao ódio. Olham-no com receio, como a um mentiroso, por não acreditarem que possa haver relação mais intima das pessoas com Deus; uma vida interior. Em contrapartida, com o ateu e com o indiferente, ordinariamente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e compreensão.
Talvez, o Senhor permita que os seus discípulos sejam atacados até com a ama das injúrias pessoais, para esculpir as suas almas, sem deixar de lhes dar serenidade e alegria.
E então acontece o que se vê em todos os setores de nossa sociedade: Quando alguém, o com verdadeiro espírito cristão se dispõe a colaborar para o progresso de uma entidade, o sucesso de um empreendimento, a moralização de um mundo”, de só querer aparecer; é visto como um aproveitador ou então como um outro imoral. E a partir daí são vistas como pessoa que não merecem respeito e que devem ser marginalizadas.
E os ateus e os desavergonhados são cultuados como pessoas de reputação ilibada e continuam com suas vidas corruptas e devassas semeando desavenças, ódios, discórdia com seus atos e línguas ferinas.
A paz e a alegria interior, porém, mais e mais invadem os corações daqueles eu lutam para ser bons cristãos no meio de vivem, pois o próprio Cristo infunde neles a sua força, a sua graça, a sua vida.
Animem-se, pois, bravos seguidores do Senhor Jesus. Animem-se e tenham a certeza da paz e da alegria interior, que o próprio Cristo nos garante e dá.

Compartilhe: