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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Artigos

O medo de Deus

Muitas pessoas têm medo de ser “cristãs de fato”, porque temem, que essa maneira de viver, irá mutilá-las, privá-las de coisas que elas reputam ser muito importantes e sem as quais não podem viver. Realmente, para ser um verdadeiro seguidor de Cristo é necessário que se deixe de muita futilidade como a preocupação com o conceito social, como exibição de roupas e riquezas materiais, como o famoso pode e o mando.
Pode ocorrer também que em determinado momento de nossa vida tenhamos que abandonar alguma coisa ou tudo nas mãos de Deus. Então para os homens sem fé, ou de pouca fé ocorre um verdadeiro combate.
Tal combate, se o analisarmos em profundidade, consiste nisto: muitos homens têm medo de Deus.
Esse medo não é, infelizmente o bom temor de Deus, eu é mais a grande preocupação de não ofender aquele que amamos e que nos ama muito. Não é desse temor que falamos, mas daquele que gela o amor e o entrava. Sim, muitos têm medo de Deus, de se abandonarem Nele sem se preocupar com as conseqüências desse abandono.
O medo de Deus é a mais profunda ferida deixada em cada um de nós pelo pecado original, e do qual só se livram aqueles que procurarem ter mais intimidade com o Pai.
Todos somos atraídos por Deus. Muitos nos aproximamos e o encontramos face a face, porém, uns sentem essa espécie de terror que os compele a fugir, a partir para longe dele, porque não têm uma fé que lhes garanta a paz nos braços do Senhor. Diz-nos São João: “O perfeito amor bate o temor”, ou seja bane o medo. É do medo de Deus que a grande maioria dos homens precisa ser curada; e isto é tão verdadeiro que muitos homens santos, no mesmo instante em que eram admirados pela sua santidade, pediam por sua conversão, que tivessem sempre coragem para se abandonar em Deus.
O medo de Deus envenena a existência e o amor dos homens pelos seus irmãos e pelo próprio Pai.
Cultivemos o amor a Deus, procuremos conhece-lo melhor, conhecendo Seu Filho Jesus e o Seu Evangelho, e veremos aumentar a nossa fé, a nossa confiança naquele que nos criou, que nos quer bem, e que gostaria que confiássemos plenamente.
Quando amarmos plenamente a Deus não mais teremos medo dele.
 

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