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Maria, Mãe da Graça
Todos os atos da vida da Virgem estiveram orientados para Deus, tudo o que fazia por seu Filho e para seu Filho. Mas, como seu Filho era Deus, em sua vida tudo começava em Deus.
Talvez deva ser este o motivo de nossa reflexão; talvez não seja sempre Deus o causador de nossos atos e talvez nem tudo o que fazemos encontre sua explicação em Deus, nem se dirija a Deus.
Não obstante, sabemos que tudo o que não fizermos por Deus é perdido e não tem mérito para a vida eterna. Tudo quanto fizermos nesta vida deve ter sua projeção na vida eterna, de vez que está vida terrena não tem sentido em si mesma, senão enquanto é preparação para a vida definitiva.
Mãe, cuja súplica poderosa é graça e bênção, roga por nós.