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Vencedores da Edição 2016 dos Prêmios de Comunicação da CNBB foram premiados na sexta-feira (08) A jornalista Manoela Castro da TV Brasil uma das vencedoras do Troféu Clara de Assis
Na noite da última sexta-feira (08), foram entregues os Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em evento realizado nos estúdios da TV Aparecida, em Aparecida (SP).
Os Prêmios de Comunicação da CNBB contemplam quatro categorias da área: cinema, televisão, imprensa e rádio. Em 2016, mais de 200 obras foram inscritas.
O prêmio Margarida de Prata, dedicado ao cinema, foi criado em 1967, no período ditatorial no Brasil, com a finalidade de apoiar a produção cultural livre. Este ano receberam o Margarida de Prata “Todas as vidas: Cora Carolina”, de Renato Barbieri, e “Despertar para Sonhar”, de Osmar Koxne.
Com o Microfone de Prata, prêmio que nasceu em 1980 com o objetivo de valorizar a comunicação voltada para justiça social, promoção humana, evangelização e criatividade, foram contempladas as rádios Excelsior da Bahia, (na categoria de programa radiofônico religioso, ao abordar a vida da irmã Dulce) e a 9 de Julho da arquidiocese de São Paulo (na categoria entretenimento com o programa Certas Canções) e São Francisco/Rede Sul de Rádio (na categoria radiojornalismo com a reportagem “os imigrantes em terras brasileiras”).
O prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa, destinado a jornais impressos e revistas, existe desde 2002. Na edição deste ano, as matérias do Correio Braziliense, “Brasil de Ressaca”, e da revista Família Cristã, “Eles não têm culpa”, foram as ganhadoras.
O Clara de Assis, prêmio mais recente da CNBB, surgido em 2005, e valoriza programas televisivos que apresentam valores éticos e cristãos e que promovem uma comunicação solidária a serviço do bem comum. Neste ano, os ganhadores foram a TV Brasil pelo documentário “Loucura e Liberdade: saúde mental em Barbacena”, e a TV Aparecida pela reportagem “Desafios da Igreja: Ilha de Marajó”.