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MULHER
Até poucas décadas atrás, era pequenina a participação da mulher na edificação deste mundo que vivemos. Hoje, a conseqüência deste fato é a experiência de tanta brutalidade, de tanta hostilidade, de tanto desrespeito e machismo.
Talvez oprimida por todas estas informações, a humanidade está gradativamente se voltando para o respeito e a valorização da mulher e solicitando a sua participação na história de sua evolução. Compreende-se agora, que a mulher completa o homem na construção da família, assim como completa a sociedade na construção do mundo.
A mulher é integralmente receptividade: refúgio para o homem, acolhida para a criança, descanso no lar, equilíbrio e paz na sociedade, amor na humanidade.
A mulher foi criada para a oferenda e para a salvação, assim como neste mundo material, cheio de injustiça e crueldade, é ela quem habilmente introduz o amor.
Hoje, todo mundo de discernimento sabe que tem necessidade de “desposar” as idéias da mulher, suas instituições, sua doçura, sua graça, seu sentido das pessoas, seu senso dos detalhes, seu poder de adaptação, sua capacidade intelectual, para que sejam “geradas” organizações, leis e estruturas mais humanas. Para que seja “criado” um mundo onde os homens possam desenvolver-se fraternamente e tenha todas condições de cumprir o seu destino sobrenatural.
A mulher que ainda não se sentiu tocada por estas transformações que estão ocorrendo à sua volta, precisa assumir a sua responsabilidade na construção do mundo de hoje, estando presente e desempenhado o papel que lhe é próprio nos planos econômico, político, social da menor comunidade à maior das sociedades, e estará juntamente como o homem, construindo um mundo mais humano e mais divino, porque impregnado do seu amor.