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O que nos diferencia uns dos outros
Com freqüência nos sentimos meio orgulhosos, por temos conhecido alguém importante na sociedade, na profissão, mesmo na Igreja, ou por ter muito dinheiro. Chegamos a esnobar tal conhecimento e até nos julgamos tão íntimos de tal pessoa, de tão grande destaque, que ao falarmos dela, chegarmos nela, chegamos a menosprezar os demais.
Títulos, dinheiro e poder não significam “nada” para Deus e não deveriam significar, também, para nós! Para Deus, somos todos iguais. Todos criaturas fracas, com virtudes e defeitos, capazes dos piores crimes, se O abanarmos.
Sim, se abandonarmos a Deus, seremos capazes das maiores besteiras; das maiores atrocidades! Todos!
Desde que Cristo nos redimiu não há diferença de raças, língua ou cor; nem de educação, instrução, títulos humanos ou poder; inclusive de riquezas… somos todos filhos de Deus!
“Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Aqui está realmente, o que nos diferencia uns dos outros.
Se desejamos alcançar tal espírito, devemos ser modestos para conosco próprios e muito generosos, para com os demais. Devemos evitar gastos supérfluos, por luxo, por vaidade, por comodismo e pensarmos mais nas necessidades dos outros.
Aprendamos com São Paulo, “a viver na pobreza e a viver na abundância; a ter fartura e a passar fome; a possuir demais e a sofrer por necessidade; a tudo n’Aquele que nos conforta”. Precisamos cuidar do que possuímos, para nos servir e não para escravizar. E se a nossa fragilidade é o nosso maior mal, Deus pode nos tornar fortes, nos redimir, nos tornar dóceis e amorosos filhos. É só nos abandonarmos à Sua Vontade.