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Um só tipo de vida
Certa ocasião, os fariseus e os subordinados de Herodes, quiseram, maliciosamente, fazer Jesus contradizer-se ou falar contra o governo e Lhe perguntaram: “É licito dar o tributo a César, ou não?” O Mestre, conhecendo o intenção daquela gente, disse: “Por que me tentais, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo.” E eles apresentaram-lhe um dinheiro. E Jesus disse-lhes: “De quem é esta imagem e inscrição?” Eles responderam: “De César.” Então, disse-lhes: “Daí, pois, a César, o que é de César e, a Deus, o que é de Deus.”
Já naquela ocasião, o Senhor no mostrava que não existia contraposição, entre o serviço de Deus e o serviço aos homens; entre o exercício dos deveres e direitos cívicos, e os religiosos.
Tiramos, também, dessa passagem do Evangelho, a orientação para a necessidade de vivermos um só tipo de vida, quer estejamos na Igreja, e oração, ou no lar, com a família, ou, ainda, no escritório trabalhando.
Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou terá aversão a um amor ao outro, ou se submetendo ao primeiro, olhará com desdém para o segundo.
Quando ocorrer qualquer desses comentários, que sejam eles estímulos à nossa disposição de homenagear, respeitar e servir a Deus e os irmãos, no lugar onde estivermos, com a alegria interior que possuímos.
Às vezes, sob uma fisionomia mais austera, outras vezes, muito brincalhona, mas sempre transbordando amor, daremos à cada um “o que é seu”, usando a sabedoria cristã para determinar como agir com justiça, sempre!