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VAMOS SER FELIZES
Bom Dia Barretos.
Cabe a nós, escolhermos os caminhos que queremos trilhar, em nossa passagem terrena. Podemos caminhar atormentados pela inveja, rancor, ódio, nos comprazendo mais com a desgraça alheia que com nossos próprios sucessos, ou podemos viver em paz com as nossas consciências, aplaudindo o sucesso alheio, penalizando-nos, com os eventuais contratempos, que atingem nossos semelhantes, agradecendo a DEUS pelos nossos eventuais sucessos e assim sendo felizes. No primeiro caso, escolhemos viver aqui, desfrutando um pedacinho do inferno na terra, enquanto no segundo, optamos por desfrutar um pedacinho do céu em nossa passagem terrena.
Quando pensamos positivamente nossos horizontes se alargam, nos tornamos mais felizes e consequentemente mais fraternos; nossos negócios rendem frutos, as pessoas que nos cercam se sentem mais acolhidas e felizes também. Por outro lado, se nos afogarmos em magoas ou nos deixarmos abater pelas noticias negativas, com que somos bombardeados continuadamente, quer pelos telejornais, quer pelas intrigas de pessoas mal resolvidas, e buscarmos devolver as pedradas recebidas, além de vivermos em estado de tensão, acabamos por comprometer nossos relacionamentos e nossos negócios.
A parábola “Razão para ser Feliz”, ilustra muito bem a crônica de hoje. Diz a parábola: – Um ancião, repleto de alegria, cantava um hino de amor à vida, à margem do caminho. Um passante pessimista, magoado com tanto jubilo, indagou-lhe agressivo: – Por que tanta felicidade? Será que a morte já o espreita? – Não, não é por isso, mas por outros três motivos – respondeu o idoso. – Primeiro, porque, em um universo onde a vida é sua e só o homem pensa, eu sou um homem. Segundo, porque a duvida que a tantos atormenta não encontra agasalho em mim: sou um homem de fé. E, por fim, porque todos nós sabemos que o corpo é de breve duração, e eu sou um homem que tem vivido muito. A morte, que a todos espreita em todas as idades, ainda não se recordou de mim; porém, quando chegar, será muito bem recebida. Não tenho razão para ser feliz?
Bem, meus irmãos barretenses, como se vê depende só de nós, sermos felizes ou infelizes. A felicidade não vem de fora, mas sim de dentro de nós, mas podemos contribuir, e muito, para que tal felicidade se espalhe, acabando por contagiar as pessoas que nos cercam.
Uma segunda parábola, completa nossa crônica de hoje, e diz: Um dia, um aluno foi ter uma conversa com o seu mestre, a respeito de nosso comportamento diante das coisas do mundo. – Mestre, o que pode estar ligado ao nosso comportamento nos deixando infelizes? O mestre, com muita calma, respondeu: – Os homens caminham pela face da terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás. Na sacola da frente, colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos os nossos defeitos. Por isso, durante a jornada da vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos, impiedosamente, nas costas do companheiro que está a nossa frente, todos os defeitos que ele possui. Daí nos julgarmos melhores que eles, sem perceber, entretanto que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa, a nosso respeito.
Volto a repetir, nossa vida é tão curta na terra, será que não podemos viver fraternalmente? Será que precisamos viver criticando o próximo? Torcendo pelo seu fracasso? Será que precisamos como os abutres, vivenciarmos a carniça de nossos desafetos para nos realizarmos? Onde fica a nossa fé? Onde fica a caridade e o amor ao próximo que Cristo nos ensinou? Será que o homem está se animalizando?
Bem, bom final de semana a todos, e vamos aproveitá-lo para uma ampla reflexão.
BOM DIA BARRETOS