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Promessas
A promessa é um fenômeno universal, observado em todas as classes sociais, em especial entre os pobres e humildes. Todavia o ato de prometer envolvendo Deus, dá à promessa uma conotação diferente, diríamos mais comprometedora.
Se na promessa, inclui-se uma troca, um negócio com Deus, aí a coisa se complica; é preferível, então, não se prometer nada, a correr um risco de se meter numa situação difícil de ser solucionada.
Igualmente, se na promessa contribuírem a superstição, a crença mágica possíveis forças misteriosas que o “prometedor” poderia usar o seu próprio gosto, a promessa é perigosa e inválida!
Não imposta por mandamento Divino, a promessa é devoção válida, se programada com reflexão, lucidez e temor a Deus. Sob pressão emocional forte como doenças e angustias maiores, é bom pensar duas vezes antes de prometer qualquer coisa a quem quer que seja.
Nunca se deve fazer uma promessa para outra pessoa cumprir, especialmente sem a aprovação consciente dela, e nunca prometer o que, sabe-se, que se tem possibilidade de cumprir.
Prometer coisas muito difíceis de ser cumpridas, será sincero ou honesto? Não seria preferível ter coerência com os princípios cristãos, procurando alguém para ajudá-lo a resolver possíveis problemas! Será que não estará faltando a quem está muito ligado a promessas, uma conversão maior a Deus através da oração humilde e maior confiança na misericórdia do Senhor?
“É melhor não fazer promessas do que fazê-las e depois não as cumprir” (Eclisiastes, 5,4).
Pode-se mudar o costume de ficar prometendo por atos de verdadeiro valor espiritual, e até recorrer-se, como já dissemos, a pessoas que pela vida que têm, demonstrem ser dignas de uma confidência para possíveis orientações, ou de serem portadoras de uma espiritualidade que as qualifiquem a ser bons conselheiros.
Promessa é divida assumida! Evite as promessas especialmente as banais.