Ir para o conteúdo

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 71

domingo, 01 de dezembro de 2013

Artigos

Quem é bom?

Fulano de tal é bom! Cicrano é tão bom! Beltrano? Esse cara é bom demais! Ao comer algo não apetitoso dizemos ‘ficou bom’, sobretudo se o cozinheiro for da família.  Ao não conseguir determinar ou qualificar algo ou alguém de forma concreta, expressamos ‘é bom’. Assim nos referimos às coisas, pessoas, sentimentos; avaliamos decisões importantes da vida pessoal, familiar, profissional; categorizamos decisões políticas, qualificamos valores religiosos. 
O uso do adjetivo ‘bom’ foi banalizado. De forma natural e até consequente, eliminamos do consciente pessoal e coletivo o real sentido e significado desse conceito. Quando alguém recebe ou oferece um bônus (do latim ‘bom’), significa que recebeu ou ofereceu um prêmio, um benefício, algo além do comum, do ordinário, do que se faz todos os dias. O dicionário realça que bom é aquilo ou aquele que possui proporções maiores que as habituais.
Referir-se a alguém como bom deve-nos fazer considerar que este faz além do necessário, do exigido, do comum, do que todo mundo faz. Este esforço e empenho é que de fato o caracteriza com bom. Muitos dos que dizemos ser bons, na verdade, são meros cumpridores de deveres e obrigações; pagam seus impostos, varrem a calçada de sua casa, fazem a boa ação de cada dia.  O simples fato de não ser mau, não significa, necessariamente, que fulano seja bom. Não ser mal não é ser bom. No meio do caminho vagueiam uma série de posturas e atitudes que determinam o pensar, o sentir e o agir.
O que simplesmente cumpre seus deveres não é bom, pois só faz o que deve, não oferece bônus; cumpre-o por necessidade de sobrevivência, aprovação dos outros, conveniência. O indiferente não é bom, pois deixa de fazer o que pode, recusa-se a fazer a diferença para melhor. O que nada faz não é bom. Pode não ser mal, mas bom não é; para defini-lo deve-se encontrar outro termo. Ao realçar a bondade de alguém devo ter clareza sobre o que ele faz além do básico, do trivial, do dever e obrigação. Mais que o simplesmente não tirar, não fazer mal, o que ele acrescenta, qual o bem ela faz? Que bônus oferece?
É encantador viver e conviver com pessoas que ultrapassam os limites do óbvio e do necessário em direção do bem, mais ainda quando o destinatário desse exercício é o outro, quando este movimento é alavancado pela gratuidade, gratidão, amor-doação, solidariedade e fraternidade. A esses sim, se bem que pouco se importam com isso, devemos qualificar como bons.
Deus é Bom simplesmente porque não faz o mal ou porque faz o bem além daquilo que esperamos, necessitamos e merecemos, surpreendendo-nos constantemente e revelando amor incondicional? Criados a Sua imagem e semelhança, ser bom é essencial à nossa felicidade. Parafraseando Martin Luther King: “o que me preocupa não é o grito dos maus é o silêncio dos que se dizem bons”.  Sejamos bons, de verdade!
 
Ivanaldo Mendonça
Padre, Pós-graduado em Psicologia

Compartilhe: