Ir para o conteúdo

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 71

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Artigos

É possível conversar sobre drogas com as crianças?

Sim.
Crianças são as pessoas com até 12 anos de idade incompletos.
As brilhantes orientações elaboradas pela Doutora Beatriz Helena Carlini, especializada em Psicologia Social e Mestre em Saúde Pública, são imprescindíveis para encarar o grande desafio de conversar sobre esse assunto tão delicado com os pequeninos.
Mamãe, papai, para falarem sobre drogas com elas, é necessário medirem muito bem as palavras, pois as crianças prestam bastante atenção em todos os detalhes do diálogo. Interessante debaterem apenas sobre drogas que estão visíveis no cotidiano delas, como remé­dios, cigarros e bebidas alcoólicas. Não adianta falarem de ecstasy ou LSD, não é a realidade delas, é cedo demais para isso.
Entendam, sobretudo, que adultos são referências para as crianças, principalmente vocês, pais. Elas observam tudo o que fazem. Quando vocês fumam ou bebem, elas concluem que é um hábito familiar, por isso o bom exemplo é muito bem vindo. Os erros cometidos pelos pais não vão atingir somente aqueles que os cometem, mas também os filhos.
Se você fuma e deseja parar, seu filho vai perceber a sinceridade e o esforço da sua tentativa de melho­rar e vai se beneficiar enormemente quando abandonar o vício.
Mas e se o jovem de 4 anos de idade colocar a haste do pirulito na boca e fingir que está fumando? Não se assuste, muito menos se irrite. Ele está agindo por imitação, e isso é natural nessa fase da vida. Uma dica de resposta: “Nossa, filho, que susto. Ainda bem que é cigarro de mentirinha, porque fumar é muito ruim para a saúde e é muito fedido não é?”.
Mas criança tem um raciocínio muito prático das coisas e não esconde o que sente. Se você está dizendo isso para ela, porém fuma, pode ser surpreendido por uma nova pergunta imediata à sua resposta:”Mas pai, se fumar é assim tão ruim, por que você fuma?”. Nessa hora, papai, vale a sabedoria e o jogo de cintura: “Pois é, meu filho, você viu? Eu sei que fumar é muito ruim para mim. Mas, quando as pessoas começam a fumar, é muito difícil pa­rar. Eu queria mesmo é nunca ter começado. Mas agora tento sempre fumar longe de você, para você não respirar a fumaça. E vou continuar tentando parar”.
Mesmo admitindo sua fraqueza, você é capaz de aproveitar sua resposta como uma oportunidade para ensinar valores, nesse caso, de nunca experimentar o cigarro, já que depois fica difícil parar.
Crianças amadas se tornam adolescentes seguros e convictos de que querem o certo. Crianças respeitadas se tornam jovens que não cedem à pressão do grupo de colegas. Crianças valorizadas serão estudantes universitários que não usam cocaína só porque todo mundo da turma usa: elas terão caráter e personalidade para dizerem não.
Amar seu filho é dar carinho, atenção e limites. Pensem nisso, mamãe e papai. Façamos um mundo melhor.
 
Luciano Quemello Borges, 1° Tenente da Polícia Militar do Estado de São Paulo

Compartilhe: