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Síndrome de Burnout
Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros.
A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.
Sintomas
A Síndrome de Burnout envolve nervosismo, sofrimentos psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.
Normalmente esses sintomas surgem de forma leve, mas tendem a piorar com o passar dos dias. Por essa razão, muitas pessoas acham que pode ser algo passageiro. Para evitar problemas mais sérios e complicações da doença, é fundamental buscar apoio profissional assim que notar qualquer sinal. Pode ser algo passageiro, como pode ser o início da Síndrome de Burnout.
Tratamento
O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso. Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilos de vida.
A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e desenvolva atividades de lazer com pessoas próximas – amigos, familiares, cônjuges, etc.
Ministério da Saúde
Doença de Chagas
A doença de Chagas é uma infecção causada por um parasita chamado Trypanosoma cruzi. Ela pode evoluir em duas fases: Fase aguda: acontece logo após a infecção. A pessoa pode ter sintomas ou não. Fase crônica: pode surgir anos depois. Em muitos casos não apresenta sintomas, mas pode causar problemas no coração e no sistema digestivo.
O que são os triatomíneos?
Os triatomíneos são insetos conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo. Eles passam pelas fases de ovo, ninfa e adultos.
Tanto as ninfas quanto os adultos se alimentam de sangue e, quando estão infectados, podem transmitir o parasita da doença de Chagas.
A doença de Chagas pode ser transmitida de várias formas:
Vetorial: quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com feridas na pele ou mucosas após a picada. Oral: pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com o parasita; Vertical (congênita): da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou o parto; Transfusão ou transplante: por sangue ou órgãos de doadores infectados. Acidental: contato com material contaminado, geralmente em laboratórios ou durante a manipulação de animais silvestres.
Sintomas
Fase aguda
Os sintomas mais comuns são: febre por mais de 7 dias e dor de cabeça; fraqueza intensa, inchaço no rosto e nas pernas; ferida parecida com furúnculo no local da entrada do parasita (em casos de transmissão pelo barbeiro).
Fase crônica
No início, a pessoa pode não sentir nada. Com o tempo, podem surgir: problemas no coração, incluindo insuficiência cardíaca; problemas digestivos, como aumento do intestino (megacólon); ou aumento do esôfago (megaesôfago).
Diagnóstico
Na fase aguda, o diagnóstico é feito com base nos sintomas e na situação de risco, como surtos. Na fase crônica, muitas pessoas não têm sintomas.
Ministério da Saúde