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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

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AMOR AO PRÓXIMO

Bom Dia Barretos.

Cristo quando veio ao mundo, enviado pelo Pai, a fim de salvar a humanidade, nos pregou o amor ao próximo, como o caminho da salvação. Parece que os homens não entenderam a sua mensagem e pagaram tais ensinamentos com a crueldade que dominava seus sentimentos. Talvez, tenha sido por isso que o crucificaram, pregando-O na cruz. Aqui, nesta terra abençoada por DEUS, parece que o que vale, perante os olhares e os sentimentos humanos, não é o amor naquilo que se pratica, mas sim, a mais valia, ou seja, as vantagens que podem ser obtidas com as maracutaias praticadas por aqueles que, desprovidos do menor sentido de pudor, e da menor preocupação com o próximo, buscam apenas satisfazer seus interesses particulares ou de seu grupo.

E ai daquele que, não aceitando rezar por suas cartilhas, se torna inimigo, e como inimigo deva ser tratado, e o quanto antes abatido. Ao esquecerem que o amor deva prevalecer nas relações humanas, esquecem também, que o êxito quando não acompanhado de amor, simplesmente torna as pessoas arrogantes.

Que a busca da riqueza, apenas pela riqueza, com o único intuito de amealhar mais bens materiais, sem nenhuma preocupação ou amor para com o próximo, torna as pessoas avaras. Que quando se exerce a autoridade sem amor e sem preocupação com as dificuldades e as necessidades de seus liderados, tal exercício, transforma seus praticantes em meros tiranos. Que quando se pratica a oração sem amor, que quando se usa a fé como moeda de troca, só se consegue aumentar o vazio interior.

Esquecem também que a política, quando não praticada com amor, em vez de engrandecer, diminui quem assim a pratica e acaba por tornar seus praticantes em meros egoístas. Finalmente, devo acrescentar que ainda não perceberam que da vida só levamos os frutos do amor que repartimos com os nossos semelhantes, e que uma vida vivida sem amor se torna árida e sem sentido.

Aliás, precisamos começar a diferenciar atitudes e condutas. Têm pessoas que vestem o figurino de bonzinhos e agem como déspotas movidos pela vaidade e cegos pelo poder. Para exemplificar isso, nada melhor que a fábula de Esopo intitulada “O lobo e o pastor”.

Diz a fábula que um lobo seguia um rebanho de ovelhas sem as molestar. A princípio, o pastor temia-o como inimigo e vigiava-o medrosamente. Todavia, como o lobo o seguia continuamente, sem fazer a menor tentativa de assalto, o pastor começou a pensar que ele era mais um guardião do que um assaltante à espreita. Como tinha necessidade de ir à cidade, deixou as suas ovelhas perto do lobo e partiu. Então, o lobo aproveitando a oportunidade, lançou-se sobre o rebanho e devastou uma grande parte. Quando o pastor regressou e viu o seu rebanho destruído, exclamou: “De fato eu recebo o que mereço, pois confiei ovelhas a um lobo”.

BOM   DIA   BARRETOS.

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