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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

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Discurso na ONU: Bolsonaro coloca Brasil de “vento em popa” e iluminado no hemisfério norte

Mal passada a irritação da esquerda pelo efeito positivo da presença do Presidente Bolsonaro nos funerais da Rainha Inglesa, vem outro momento de motivação para o País com o destaque do discurso de abertura na ONU.
Foram 20 minutos de postura, temática e firmeza poucas vezes vistas quando outros presidentes brasileiros cumpriram essa missão tradicional.
Do seio da Europa ao coração do mundo (N. Iorque), os caminhos parecem ter recebido desígnio especial, com uma aura mística, fazendo com que os representantes ali recebessem como que um facho de luz representado pelo Brasil, com suas riquezas e a sua governabilidade, encorpados na presença do Presidente Bolsonaro.
Sem dúvidas, o mi mi mi de inconformados adversários políticos e de um “consórcio” de jornalistas ativistas certamente sobrevirá tentando prejudicar a todo custo uma trajetória de missão oficial, sim, sem negar a campanha avivada por um dever cumprido.
Uma campanha que vem sendo rica de apoio visível da população, eufórica e entusiasmada por continuar vendo gradativamente o país crescer, em meio a um momento de gravidade mundial.
Depois de ridículas críticas à ida do Presidente Bolsonaro à Inglaterra será (agora) momento de se assistir jornalistas ativistas, esquerdistas, muitos sem terem noção do que sejam tais regimes, em tempos passados, abrirem o leque de novas críticas, raivosas e típicas dos inconformados pelo andamento das eleições.
O que se espera da juventude que vai votar nos próximos dias, é que não se deixem enganar por discursos vazios, falsos, narrativas típicas de gente que teve oportunidade de governar por mais de 24 anos e levaram o Brasil aos limites do descalabro.
Assim foram os governos de Lula e Dilma que representaram a tomada do poder pelo “esquerdismo” (claro ou disfarçado) traindo uma Pátria conhecida como muito rica e de perfil conservador desde a sua descoberta.
Um “impeachment” botou para fora (e não fora, desta feita, nem militares, nem Bolsonaro) mas a voz do povo obrigando ao desfecho do banimento desse grupo incompetente e agora ávido para voltar “ao local do crime”.
Juventude preciosa (de hoje): esse filme eu assisti na minha juventude.
Houve equilíbrio e visão do povo brasileiro para rechaçar o que havia de ruim ao interesse pátrio. Dessa feita, suas cabeças e decisões serão fundamentais para proteger a amada Pátria, ora brilhando forte no contexto das outras nações.
Se há uma certeza nesse sentido, ela deverá estar nas mãos de pessoas do Bem, de Fé (ameaçadíssima pela esquerda) e dos amantes da Liberdade.
Para isso, a solução é Jair Messias Bolsonaro de novo, sem medo de errar e de ser feliz.

 

Dr. Fauze José Daher
Médico / Cirurgião
Advogado

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