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CIRQUINHO
Bom dia, Barretos.
Estamos atravessando uma fase de agudização da pandemia. Enquanto isso o senado federal criou uma CPI para investigar a evolução da doença e buscar culpados, quando, em verdade, era hora de buscar soluções, como agilizar a vacinação e quais os meios e as medidas a serem estimuladas para conter a propagação acelerada. Infelizmente, montaram mais um circo com finalidades políticas, visando atingir o presidente, que buscar soluções para amenizar a gravidade do quadro instalado. Pena que colocaram o interesse político acima da valorização da vida. Discutir numa CPI se a cloroquina ajuda ou não, é brincadeira, pois tal assunto deve ser debatido em centros médicos e não no parlamento. Dizer que tinha que ter vacinado mais, conforme o depoimento do senhor Dimas Covas, diretor do instituto Butantan é palavreado jogado ao vento. Covas alegou que em outubro de 2.020 ofertou 100.000 doses da Coronavac que seriam entregues até maio deste ano. Pois bem o governo comprou 46 milhões de doses em dezembro que deveriam ser entregues até abril. Em fevereiro foi assinada a compra de mais 54 milhões de doses. Já estamos chegando a junho e a primeira compra ainda não foi zerada. Um colunista da folha fez o seguinte comentário: “os governistas poderiam ter questionado Covas sobre o caráter secreto e nebuloso do contrato do Butantan com a Sinovac, com clausulas draconianas que levaram a decisões de comunicações erradas do governo paulista”. Se vê que a CPI do senado não passa de um cirquinho para atender a vaidades e interesses escusos de alguns. Não interessa aos senhores senadores buscar a verdade nem propor soluções. O interesse está em buscar alguma coisa que possa atingir o senhor presidente. Lamentavelmente temos um congresso que monta uma CPI com membros denunciados pelas mais variadas falcatruas, sem nenhum compromisso com o nosso povo, e que só pensam em como tirar proveito do grande espaço que a mídia está dedicando a essa farsa. Mas o nosso compromisso particular é com Barretos, e com a preocupação de alertar nossa população do agravamento do quadro, que somente será amenizado se tomarmos as medidas preventivas, evitando aglomerações e depois do trabalho nos recolhermos ao aconchego do lar. Deixe as confraternizações para depois, preservem a vida sua e de seus familiares. Infelizmente no Brasil lockdown não é o ideal, pois é sinônimo de feriado prolongado, aproveitando-se o tempo extra para encontro de amigos ou ir a festinhas clandestinas, ou se reunir nos bares com amigos.
Vamos preservar nossos empregos e agir com responsabilidade tomando as medidas preventivas, mas se por um infortúnio sentirem algum dos sintomas procure logo atendimento médico, pois os casos têm apresentado uma evolução muito acelerada e com maior gravidade. Mas também não é motivo para pânico nem desespero, nesses momentos devemos manter a tranquilidade, nos apegarmos à nossa fé, e pedirmos a proteção dos céus.
Bom dia, Barretos