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Garantir a felicidade
“Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos Céus” (Mt 5, 19)
Garantindo a felicidade alheia, garantimos a nossa própria felicidade; caso contrário, a coletividade geral não aprenderá que formamos uma sociedade que valoriza o bem comum.
Inclusive, cabe-nos questionar, tanto a sociedade quanto a nós mesmos, acerca da prática do bem, e se temos a consciência de que se trata de uma responsabilidade indispensável para se cultivar a paz, ordem e a harmonia na sociedade.
Sendo assim, as boas práticas para garantir tais coisas ganham o benéfico reforço a partir da religião, da sabedoria que o próprio Criador imprimiu em nós, e que precisa ser sempre despertado e cultivado entre todos os cidadãos.
Se fizermos o bem prevalecer, ele haverá de ser cultivado e todos ganharemos com isso. Também é sabido que não se trata de uma tarefa fácil. Mas, se optarmos pelas vias largas e caminhos fáceis para implantarmos a sociedade de nossos sonhos, certamente que não iremos longe.
Portanto, para os cristãos, bem como para todas as pessoas de bem, a cultura cristã tem todas as condições possíveis de oferecer um itinerário moral bastante sólido para desenvolver no seio da sociedade.
Diácono Carlos Araki
Paróquia Santa Ana e São Joaquim – Barretos