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Religiosa, queviveu 12 anos em Barretos,comemora 25 anos de vida consagrada
No último sábado (12), a irmã Maria Nilsa de Almeida, da Congregação das Missionárias de Ação Paroquial (MAP), celebrou 25 anos de vida consagrada durante missa na capela da Casa de Retiros Dom AntonioMucciolo, na Cidade de Maria.
A celebração foi presidida pelo pároco da Catedral e amigo da religiosa, padre Deusmar Jesus da Silva, e foi concelebrada pelos padres DeonísioHelko, Luís Fernando Nascimento, Ivanaldo Mendonça e Tulio Gambarato.
Nesses 25 anos de vida religiosa, irmã Nilsa realizou sua missão nas cidades paulistas de Descalvado, Sorocaba, São Paulo e Barretos, e atualmente vive em Imperatriz (MA), onde já está por 8 anos.
Em Barretos viveu por 12 anos e desempenhou funções na diocese como secretária de pastoral, chanceler, notaria, juíza adjunta e auditora. “Em todas essas atividades, o que mais me realizou e realiza é quando tenho a oportunidade de escutar as pessoas e Isso é o que mais me realiza na missão”, disse ao lembrar que desses 25 anos, 20 deles foram trabalhando em Cúrias Diocesanas, inclusive em Barretos.
A religiosa, que durante a Eucaristia renovou seus votos de pobreza, castidade e obediência, disse que tal como videira que precisa ser podada para produzir frutos, nesses 25 anos passou por muitas experiências de poda, umas mais doloridas que outras: “E em quase todas, não entendi no momento o porquê delas acontecerem. Porém, passado o tempo necessário, os frutos vieram”.
No final de seu agradecimento disse ser muito grata à Congregação das Missionárias de Ação Paroquial que a acolheu. “Sou muito feliz por ser religiosa na Congregação Missionárias de Ação paroquial. E, passados 25 anos, não obstante os desafios, se eu tivesse que escolher de novo, eu escolheria ser Missionária de Ação paroquial, porque é muito bom ser MAP!”, finalizou.
Em 2010, lançou pela Edições Loyola, o livro “O que Deus não uniu o homem pode separar”. A obra fala que a indissolubilidade do matrimônio necessita cada vez mais ser entendida pela sociedade e vivenciada com maturidade na comunidade cristã e esclarece, principalmente, o que não é sacramento do matrimônio, ao mesmo tempo em que alerta, de modo especial, os cristãos a olhar para o matrimônio como sacramento indissolúvel.