Ir para o conteúdo

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 801

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 803

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 806

Warning: Undefined array key 1 in /home/jnlbrt/domains/jornaldebarretos.com.br/public_html/wp-includes/media.php on line 71

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Artigos

Meu Divino Pequenino

Grande mistério de amor é o Natal do Senhor! O eterno e onipotente Deus da Palavra assume um rosto: aquele imenso Deus, que espaço nenhum é capaz de conter, resume-se na fragilidade de uma criança e submete-se aos cuidados humanos. O criador de todos os lugares vê-se rejeitado e sem abrigo. Encontrou humanos com as portas das casas e do coração fechadas, abrigou-se entre os animais numa pobre estrebaria.
Esta é talvez a mais paradoxal maneira de Deus se comunicar. Aquele que falou pelos profetas, aquele que criou tudo pela força da Palavra, aparece silencioso, submetido às regras da nossa limitada humanidade. É um silêncio que grita! Fala de amor, de salvação, de alegria, de paz, de reconciliação, de perdão, de esperança, de humildade.
Diante da cena da encarnação de Deus, não existem palavras capazes de explicar o que vemos: não é mesmo para ser compreendido, apenas contemplado. Quem passa pelo presépio deve silenciar e ler no escondido de cada detalhe, o recado de amor contido nele. A simplicidade de Deus nos constrange. Quem de nós seria capaz de tamanho desapego?
Do lado, silenciosa e contemplativa, está Maria, cuja fé e confiança em Deus, ofereceu ao mundo o maior acontecimento, incomparável a qualquer espetáculo, por maior que pretenda ser. A atitude orante de Maria junto à manjedoura também nos ensina que, diante do mistério do amor de Deus, resta-nos o silêncio e a apreciação. José, o justo, vê cumpridas diante dos olhos as revelações tidas em sonho. Sente-se supreendentemente “privilegiado”, mas não ousa outorgar-se a si mérito algum.
Tudo na cena é lição de humildade, de amor. Todos os olhares se voltam para o divino pequenino que dorme em paz, sentindo e ouvindo pela primeira vez o cheiro e os sons de nosso mundo. É capaz de provar o imenso e incondicional amor de mãe. Talvez tenha sido esta a maior consolação de Jesus. Existe amor mais semelhante ao amor de Deus?
A austeridade do presépio contrasta com as realidades de nosso tempo, sobretudo em época de Natal. O materialismo paganizou o que de mais sagrado a humanidade já presenciou. Não há outra vez espaço para Jesus. As árvores, luzes, renas, Papais Noéis, presentes, ceias, superstições, bebidas, entre outros, já ocuparam os espaços da vida e dos corações humanos. Jesus ficará outra vez de escanteio e, assim, terá a Sagrada Família que percorrer quilômetros até encontrar estrebarias para se hospedar.
Quantos natais ainda serão necessários para nos lembrarmos do que realmente celebramos? O que falta ainda para percebermos que nada no mundo, por mais requintado que seja, poderá comparar-se ao que ele significa?
Ó Divino Pequenino, que beleza possui! Conceda que vejamos, com os olhos da fé, o grande amor que na simplicidade se esconde.
Pe. Fernando Felix Rabelo
Área Pastoral Santo Expedito e São Judas de Olímpia

Compartilhe: