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sábado, 02 de março de 2024

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Vítima registra ocorrência após negociar compra de piscina para a sua residência

Um senhor de 57 anos foi até a delegacia e em relato informou que no dia 27/11/2023, em contato presencial ele assinou um contrato de compra e instalação de uma piscina, fabricada por uma empresa com sede na cidade de Mirassol/SP.

Na mesma data ele pagou ao autor o valor de R$8.700,00, o que representava 70% do valor da piscina, a título de “entrada” e ficou combinado que até a data de 18/12/2023, a piscina estaria instalada, na casa da vítima, algo que não ocorreu, de maneira que, somente
depois de 32 dias, o autor fez a entrega, mas apenas do casco da piscina e do casco da casa de máquinas, e o combinado, segundo a vítima, foi que entregasse também, a casa de máquinas completa, cascata, parte hidráulica, kit de limpeza e a própria instalação.

O vendedor alegou que faria a entrega do restante naquele mesmo dia, mesma data que viriam os profissionais instaladores, mas isso também não ocorreu, e diante da demora da chegada dos instaladores, a vítima resolveu chamá-los no WhatsApp, momento em que o atendente confirmou ser um dos profissionais e disse que eles estariam chegando, mas isso também não ocorreu.

Depois os instaladores passaram a alegar que não mais viriam, pois, estavam encontrando dificuldades do tipo, estabelecimento para hospedagem, dentre outras desculpas e então a vítima resolveu entrar em contato com a empresa fabricante e ao expor a situação para o atendente do SAC, o mesmo confirmou que o autor era realmente, representante da empresa, mas que ele não repassou dinheiro nenhum para os patrões, de maneira que os R$11.200,00, que naquela altura já haviam sido fornecidos pela vítima, teria ficado para ele.

Diante dos fatos, a empresa, depois de uma semana, se prontificou em resolver a situação da vítima e realmente o fez, porém, faltaram o kit de aspiração, componentes da hidráulica e a cascata, os quais o fornecimento desses objetos a empresa considerou que não seria de sua responsabilidade, pois não faz parte dos compromissos da mesma e além disso o fabricante cobrou da vítima um novo repasse de R$1.200,00, algo que a vítima entendeu que não deveria fazê-lo.

Ao final a vítima informou que foi orientado a registrar os fatos contra a pessoa do autor, sendo observado que o CNPJ apresentado no contrato firmado, não corresponde ao verdadeiro.

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