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sábado, 25 de setembro de 2021

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Prefeitura repassou R$ 10,95 milhões até este mês para amenizar déficits da autarquia

Uma lei complementar aprovada no final de 2016, na gestão do então prefeito Guilherme Ávila, passou para o Saae a incumbência de organizar e prestar diretamente ou por terceiros mediante concorrência pública, a limpeza pública, coleta domiciliar, varrição de ruas e praças públicas, destinação final do lixo e serviços complementares.
Segundo o portal da transparência da Prefeitura de Barretos, o Saae já pagou neste ano R$ 9,33 milhões pelo serviço, sendo R$ 5,66 milhões à Seleta Meio Ambiente, responsável pela coleta e destinação final do lixo, e R$ 3,67 milhões à Shalom Engenharia e Construções, que faz o trabalho de varrição, capina e raspagem.
A mesma lei, obriga a prefeitura a aportar recursos a fim de suprir eventuais déficits no orçamento da autarquia em virtude desta nova incumbência.
Seguindo a legislação, a Prefeitura de Barretos, segundo dados do portal da transparência do município, atualizados até esta terça-feira (24), repassou 10,95 milhões a autarquia, em 10 parcelas mensais, sendo a última em 20 de agosto, no valor de R$ 1,38 milhão.
Em sessão extraordinária realizada em 22 de julho, ainda durante o recesso da Câmara Municipal, os vereadores aprovaram, por 9 votos a 8, a polêmica taxa do lixo, que institui a cobrança pelos serviços públicos de limpeza urbana e manejo dos resíduos urbanos, com expectativa de se arrecadar R$ 18 milhões por ano, a partir de 2022.

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