quarta-feira, 02 de dezembro de 2020

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Prefeito Guilherme diz que Barretos mudou e eleitor não é influenciado por opiniões de lideranças

O prefeito de Barretos, Guilherme Ávila, que está ausente dos programas eleitorais nestas eleições, afirmou que tem observado com surpresa, as recentes declarações publicadas na imprensa e em redes sociais. Entre os fatos divulgados, o chefe do executivo, destaca o apoio do presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata, que declarou apoio a uma candidata a prefeita, através de vídeo divulgado. “Há uma grande mobilização unindo novos aliados para defender velhos interesses. Barretos não pode voltar a ser a cidade dos coronéis”, destacou Ávila.
O prefeito também afirmou, estar surpreso com algumas matérias publicadas na imprensa, mostrando a união de antigos desafetos em torno dessa eleição. “Barretos mudou muito nos últimos anos e não adianta esses tipos de opinião, para indicar o voto para convencer o eleitor. O eleitor hoje sabe avaliar qual é a melhor opção para a cidade e não é a opinião de velhos representantes do poder que vai mudar esse cenário” afirma Guilherme.
Embora apoie pessoalmente a candidata, do seu partido, o PSDB, o prefeito disse que ainda não participou diretamente da campanha eleitoral, pois está aproveitando as últimas semanas do mandato para concluir obras e deixar a casa arrumada. “O que a população espera é isso, trabalho sério. Não vamos deixar obras inacabadas e nem para o próximo prefeito pagar. Ao contrário do que eu encontrei em 2013, o material escolar para a próxima gestão já está comprado e entregue. Não como um favor para o próximo prefeito, mas como uma obrigação minha com os alunos e os pais de alunos da nossa cidade”.
Além de obras concluídas e pagas, o prefeito Guilherme avalia que vai concluir o seu mandato deixando importantes legados para a cidade, como o avanço na educação, com o material de ensino Anglo, que permitiu um grande avanço no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que nos primeiros anos do fundamental subiu de 5,9 em 2013 para 6,7 em 2019.

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