domingo, 17 de janeiro de 2021

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Ministro assinou convênio e participou de inaugurações em Colômbia

Ontem, o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, visitou a cidade de Colômbia, onde realizou assinatura de um convênio de 250 mil para a construção do Parque do Mirante, inauguração do píer no Rio Grande, e de um centro de triagem de lixo. Em entrevista, o ministro disse que a sua visita a região serviu para colocar em prática o projeto de Agenda de Qualidade Ambiental Urbana, com recuperação de áreas degradadas através do Parque do Mirante e o Programa Lixão Zero, com a inauguração do barracão para triagem e separação dos resíduos sólidos e fechando a agenda participou de reunião em Barretos. “E vir a Barretos que é uma cidade muito querida, e tem uma grande representatividade para nós do Governo Federal, e encontrar aqui produtores e pessoas ligadas à agenda ambiental será fundamental para avançar neste tema na região de Barretos”, afirmou Salles.
Lavouras de Cana
Com relação a grande área de plantio de cana de açúcar na região de Barretos, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que o Estado de São Paulo é exemplo de boa gestão no setor de cana de açúcar. “Há 3 anos atrás, houve um estudo, que mostrou um aumento na conservação das Áreas de Preservação Ambiental hídricas e todas convergem para que o agronegócio paulista seja o pilar de nossa economia”, explicou Salles.
Lixões
Ao ser questionado sobre os lixões existentes no país, o ministro Ricardo Salles, ressaltou que a Lei de Resíduos Sólidos que completou 10 anos, ficou em segundo plano nos governos anteriores e na atual gestão, foi no governo atual do presidente Jair Bolsonaro, que colocou a agenda ambiental urbana em primeiro lugar. “Tratar do saneamento no país em que 100 milhões não tem coleta e destinação de esgoto, e 35 milhões não tem água potável. Saneamento é prioridade número 1 com o Marco Legal do Saneamento, que auxilia a gerir os resíduos sólidos”, destacou Salles.
Segundo o ministro, os chamados lixões precisam ser extintos no país inteiro e aqui na região em especial, mas como São Paulo tem muito recurso, não tem justificativa nenhuma para termos condições inadequadas de resíduos sólidos no Estado. “Esse é um assunto de primeira ordem e dos mais importantes”, finalizou.

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