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domingo, 26 de maio de 2024

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Mãe e filha registram queixa de agressão e ameaça

Uma mulher de 37 anos foi até a delegacia, estando ela acompanhada por sua filha, uma adolescente de 17 anos, e foi relatado que a mulher manteve um relacionamento um homem de 35 anos, pelo período de, aproximadamente, 21 anos, mas há carca de 5 meses o casal está separado, tendo o homem alugado uma casa localizada no quarteirão adjacente ao da residência da vítima.

Na data dos fatos, por volta das 21h40, o homem foi até a residência da vítima para pegar uma motocicleta que seria de sua propriedade, contudo, a moto está registrada no nome da vítima, mas, segundo ela, de maneira abrupta e ainda se achando no direito de entrar no imóvel sem permissão, o autor adentrou ao local, momento em que a vítima o empurrou para sair de sua residência e disse que no dia seguinte iria até o cartório para reconhecer firma dos documentos do veículo para realizar a transferência, mas o autor não quis escutar o que a vítima dizia, e então desferiu um soco nela, ocasião em que ela também desferiu um soco nele, que em seguida montou na motocicleta e a retirou do interior da garagem, mas nisso ele arranhou o carro da vítima.

Ainda de acordo com a vítima, enquanto ele retirava a motocicleta o homem a xingava e então a sua filha chegou e disse para ele ir embora, momento em que o autor sacou uma arma e ameaçou mãe e filha, dizendo que iria matá-las, ocasião em que as vítimas entraram em luta corporal com o autor.

Durante o entrevero o autor desferiu vários socos nas vítimas, as quais apresentavam hematomas pelo corpo, estando a mãe com hematomas clavícula esquerda, no dedo médio, enquanto que a adolescente apresentava hematomas na testa, na escápula (lado esquerdo) e no braço direito.

Na delegacia as vítimas ressaltaram que o autor possui duas armas registradas em seu nome, sendo uma espingarda e uma pistola, a qual ele utilizou para ameaça-las, sendo o caso registrado e encaminhado ao setor de investigação, sendo elas ainda orientadas quanto as Medidas protetivas de urgência e manifestaram que irão procurar a Delegacia de Defesa da Mulher.

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