Ir para o conteúdo

terça-feira, 21 de maio de 2024

Notícias

Ladrões abordam funcionária em residência no Jardim de Alah, e roubam joias e relógios

Uma senhora de 64 anos foi até a delegacia e informou que reside em Barretos, no Jardim de Alah, e sua casa é ao lado da casa de sua filha, havendo um portão de comunicação entre os dois imóveis.

Por volta das 11h20, a declarante saiu com sua filha, permanecendo na residência da filha o seu genro, sua neta e a funcionária da casa, a qual foi até casa da declarante e ao sair do banheiro foi rendida por dois indivíduos, sendo que um deles a pegou pelo braço, fez sinal com a mão para ela não falar nada e disse baixinho: “Vem comigo”.

O indivíduo segurava uma faca grande, sendo ele alto, pardo, magro, porém forte, trajando calça jeans e blusa de manga longa, preta com detalhes em vermelho, enquanto que o outro indivíduo segurava uma faca de mesa e foi descrito como pardo, magro e forte, e usava calça jeans e camiseta branca.

Os ladrões perguntaram se havia cofre, se havia homem em casa e se o dono estava presente, tendo a funcionária respondido que não havia cofre e que acreditava não ter dinheiro em espécie, pois hoje só acontecem transações online e que havia sim um homem na casa com uma criança, mas eles não ofereceriam riscos, pedindo para não fazer nada com eles.

Novamente os ladrões ordenaram que ela ficasse em silêncio e depois um deles passou a conversar com alguém por meio de um rádio de transmissão, tendo um dos homens sugerido que eles fossem embora e então a funcionária escutou a terceira pessoa dizer no rádio de transmissão: “Não posso estacionar perto da casa, vocês vão ter que se virar aí”.

O ladrão perguntou para ela se havia algum aparelho eletrônico na casa e ela mostrou o celular, ocasião em que ele mandou ela desligar e que ele não iria fazer nada com ela, inclusive não iria levar o celular dela e nesse instante o terceiro indivíduo disse no rádio: “Dá um jeito nela ai porque ela vai chamar a polícia”.

O ladrão perguntou se havia algum cômodo que tivesse tranca e a funcionária disse que não conhecia aquela residência, porém achava que no andar superior poderia ter algum quarto com tranca, sendo ela levada para o quarto, onde entregou o celular e recebeu ordens de ficar quieta, porque gritar seria pior.

Após pedir para que eles nada fizessem com as demais pessoas que estava na casa, a funcionaria ficou trancada no quarto e ouviu os ladrões descendo a escada, até que depois de um tempo ela ouviu a dona da casa adentrando pela garagem, mas ficou quieta porque não sabia se os ladrões ainda estavam na residência.

A dona da casa então observou que a porta da copa estava fechada e que não existe o hábito de fechá-la, estranhando o fato, mas pensando que ela mesma poderia ter fechado, ocasião em que ouviu sua filha gritando que a funcionária havia sumido, e então ela foi até lá e seu genro disse que a funcionaria havia ido ao banheiro, só que não havia ninguém lá.

A funcionaria então começou a gritar que estava presa no quarto, sendo encontrada pelos moradores e a polícia acionada, sendo verificado que a porta de entrada da casa estava aberta e próximo a ela havia uma toalha de banho com uma faca de serra e outra de cortar carne, as quais pertenciam a residência.

A porta estava arrombada e a gaveta de guardar facas estava revirada, sendo dado pela falta de várias peças de joias e relógios, permanecendo as bijuterias, não sendo levado nenhum outro item.

Compartilhe: