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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

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Idosa afirma estar sendo vítima de extorsão por causa de dívida

Uma senhora de 75 anos foi até a delegacia e relatou que está sendo vítima de extorsão, informando que ela é viúva e que sempre usufruiu ótima condição financeira dado ao seu marido ter sido usineiro, contudo, com o falecimento dele, ela passou a levar uma vida com restrições, de modo que que chegou a passar necessidades.
Ainda de acordo com a vítima, ela sempre comprou suas roupas com uma mulher a quem ela identificou na delegacia e que sempre fez compras com valores vultuosos, porém, com a viuvez, deixou de ter condições de fazê-las, e até então devia para a autora, o valor de R$18,000,00 tendo a autora passado a cobrá-la de forma persistente e agressiva, mas a vítima sempre a pagou parcialmente, conforme tinha condições.
Quando a dívida ainda estava em R$18.000,00, a vítima fez um empréstimo e deu à autora o valor de R$6.500,00, e para receber o saldo restante de R$11.500,00 a autora continuou a procurar a vítima em sua casa, exigindo o pagamento total, caso contrário, “a coisa ia ficar feia para a vítima”.
Certa vez a vítima ofereceu uma pulseira de ouro, com o peso aproximado de 10 gramas, a qual pagou em uma joalheria de São José do Rio Preto, o valor de R$8.000,00, e diante da oferta, a autora, observando a joia, disse que valia R$1.500,00 e que seria esse o valor amortizado, e então a vítima entregou a joia pelo valor que a autora estipulou, e com a venda de um jogo de móveis de jantar antigo, amortizou mais R$2.800,00, sendo observado que a venda dos móveis por apenas R$2.800,00 foi promovida pela autora, que disse ter uma amiga que iria comprá-los.
As cobranças continuaram por diversas vezes e em uma dessas ocasiões a autora adentrou a casa da vítima demonstrando fúria e foi em sua direção com o claro intuito de agredi-la, ocasião em que a vítima fez uso de uma cadeira para se proteger da ameaça e então a autora passou a quebrar os vasos das orquídeas que
a vítima mantinha no alpendre, bem como um cachepô valioso que ga nhou do falecido marido.
Ao final a vítima disse que a autora insistentemente faz as cobranças e ameaças e que antes disso elas mantinham amizade, de modo que, saiam juntas para diversos lugares, tais como lojas e bancos e que a vítima possui um áudio onde o gerente do banco onde ela recebe seu benefício, disse que havia recebido um telefonema da autora afirmando que era a mulher que sempre ia na agência acompanhando a vítima e que era sua irmã, o indagando persistentemente, se a “irma”, tinha margem para empréstimos consignados, algo que, obviamente, lhe foi negado.
No dia do registro da ocorrência, a autora fez uma ligação dizendo que sabia que a vítima iria procurar a polícia e que iria “adorar” que ela fizesse isso.
A vítima se comprometeu em fornecer as fotos e os áudios citados, sendo o caso registrado como extorsão e encaminhado ao setor competente.

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