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sábado, 19 de junho de 2021

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Grávida diz ter sido agredida fisicamente pelo ex-companheiro no bairro Leda Amêndola

A vendedora L.P.S., 29 anos, moradora no bairro leda Amêndola, informou na delegacia que havia sido agredida pelo ex-companheiro, A.T.H., 29 anos, afirmando que manteve um relacionamento de namoro com o indiciado e, posteriormente, eles moraram juntos pelo período de quatro meses, totalizando um ano e dois meses de relacionamento, o qual era tranquilo, porém, quando ele bebia, ele ficava nervoso e agressivo, iniciando brigas e discussões sem motivo.
Em outubro de 2020 a vítima registrou ocorrência e solicitou medidas protetivas de urgência e eles se separaram, mas depois reataram e então o relacionamento estava novamente tranquilo, tendo ela engravidado, estando com 12 semanas de gestação.
Ocorre que a vítima pegou uma mensagem de outra mulher no celular dele, e entre outros pequenos desentendimentos, ela decidiu por encerrar o relacionamento, mas o autor não aceita o fim do relacionamento.
Desta vez ele veio lhe desejar Feliz Dia das Mães, através de mensagem, e depois que ele esteve em um bar, foi até a residência da vítima e embriagado, bateu de forma agressiva no portão, gritou que se ela não abrisse ele iria pular o muro e em seguida entrou já agredindo a mulher, apertando-a nos braços e na barriga.
Ainda de acordo com a mulher, ele tentou dar nela um golpe com o capacete e uma “cabeçada” em seu nariz, mas ela conseguiu se defender e tentou buscar ajuda na rua, porém, não tinha ninguém, e quando ele foi sair com a moto, caiu e depois queria guardá-la na casa da vítima, que não permitiu e fechou o portão.
A mulher apresentava marcas na barriga e no braço, além de marca de mordida no rosto e então pediu para ele ir embora, tendo ele ido embora após resistir, mas acabou retornando, chutou o portão e pediu para adentrar, mas a vítima fingiu não estar em casa, momento em que ele foi até a casa de uma amiga da vítima e ao ser atendido, disse que se a encontrasse, iria agredi-la quebrando nela o capacete.
Ao final ele ligou para a vítima confirmando que iria lhe agredir, ocasião em que a mulher foi até a delegacia, confirmando que possui medidas protetivas de urgência, que não foram formalmente revogadas, sendo o caso encaminhado ao setor competente.

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