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sábado, 18 de maio de 2024

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Desentendimento por consumo de cigarro de maconha em hotel termina em ocorrência policial

Um casal, que se identificou como P.M.O.F., 32 anos e L.O.C., mulher, 32 anos, relataram na delegacia que eles residem na cidade de Franca e estavam hospedados em um hotel na cidade de Barretos na companhia de sua filha e afilhado, com a finalidade de lazer.
De acordo com o homem, ele estava transitando pelas dependências do hotel quando foi abordado abruptamente por um dos seguranças do estabelecimento, o qual segundo ele, torceu violentamente seu braço esquerdo para trás, enquanto um segundo segurança o segurava pelo pescoço, sendo ele imobilizado e levado até a recepção do hotel, onde sua esposa lá compareceu e foi algemada.
Ainda de acordo com o relato, durante toda a abordagem, os seguranças alegavam que o homem estava fazendo uso de entorpecentes, especificamente maconha, nas dependências do hotel, tendo o homem negado isso com veemência, contudo, logo após o incidente, os gerentes do hotel compareceram ao local e apaziguaram a situação entre as partes envolvidas.
Ocorre que na delegacia também se fizerem presentes o segurança e o gerente do hotel, informando que o segurança recebeu uma reclamação de um cliente alegando que outro cliente, no caso o P.M.O.F., estaria fazendo uso de maconha em uma área comum do hotel, onde circulam pincipalmente crianças, e diante disso o segurança foi até o local, e quando lá chegou, ele não encontrou ninguém fazendo uso de entorpecentes, no entanto ele percebeu o odor característico da maconha no ambiente e encontrou no chão um cigarro de maconha, um isqueiro, um copo de bebida e uma blusa.
O cliente reclamante apontou o P.M.O.F., que estava dentro da piscina como sendo a pessoa que estava fazendo uso de maconha no local, momento em que houve a abordagem e ele negou a propriedade do cigarro de maconha encontrado junto com seus pertences.
Foi recolhido o isqueiro e o cigarro de maconha e os objetos foram entregues na recepção, contudo, depois disso o P.M.O.F., o abordou e exigiu a devolução de seu cigarro afirmando ser autorizado pela ANVISA a consumir tal entorpecente.
O segurança afirmou que por quatro vezes ele solicitou ao homem sua identificação e informações sobre sua hospedagem, mas ele se recusou a fornecer esses dados, o que levou sua condução até a recepção, momento em que o homem passou a lhe desferir tapas e socos, vindo ainda a agredir o salva-vidas do hotel, assim como outro segurança, proferindo ofensas raciais a um deles, chamando o de “Negão”.
Na recepção a esposa também teria agredido a um dos seguranças, mesmo sendo instruída a deixar a sala, porém as agressões continuaram, havendo a necessidade da contenção dos seguranças.
Com a chegada dos gerentes a Polícia Militar foi acionada, sendo as partes orientadas a registrar os fatos na delegacia.

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