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quarta-feira, 24 de julho de 2024

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Brasil enfrenta grave quadro de arboviroses em 2024: Dengue, Chikungunya e Zika em destaque

O Ministério da Saúde divulgou números alarmantes sobre as arboviroses no Brasil em 2024, revelando uma situação preocupante em relação à dengue, chikungunya e zika. Segundo o painel de monitoramento da pasta, os casos de dengue atingiram a marca de 5.968.224 casos prováveis ao longo do ano, com um trágico saldo de 3.910 mortes confirmadas pela doença. Adicionalmente, há 2.970 óbitos em investigação.

A dengue continua a assolar principalmente os jovens entre 20 e 29 anos, que respondem pela maior parte dos casos da doença. Em seguida, as faixas etárias de 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e 50 a 59 anos também registram números expressivos de casos. Por outro lado, os menores percentuais de casos são observados em crianças menores de um ano, idosos com 80 anos ou mais, e crianças de um a quatro anos.

Além da dengue, a chikungunya também é uma preocupação séria em 2024, com 220.828 casos prováveis e 121 mortes confirmadas até o momento. Há, ainda, 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da chikungunya no Brasil é de 108,8 casos para cada 100 mil habitantes, destacando a disseminação da doença pelo país.

Quanto à zika, foram registrados 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação. O coeficiente de incidência é de 4,2 casos para cada 100 mil habitantes, mostrando uma presença menos acentuada em comparação com a dengue e chikungunya.

Diante desses números preocupantes, o Brasil enfrenta o desafio de combater e controlar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor dessas doenças. Medidas de prevenção, como eliminação de criadouros, conscientização da população e ações integradas entre órgãos de saúde pública são fundamentais para mitigar os impactos dessas arboviroses.

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