sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

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Barretense opina sobre caso de racismo no Brasileirão

No final de semana, um caso de racismo foi registrado na partida entre Flamengo e Bahia, que terminou com o placar de 4 a 3 para o rubro negro carioca. No duelo, o volante Gerson do Flamengo alegou ter sido vítima de racismo, praticada pelo jogador Ramirez do Bahia. O caso ganhou grande repercussão no país.
Para o árbitro barretense, Benedito Godêncio Faria, que é dirigente da Liga Barretense de Futebol, afirmou que o jogador Gerson foi infeliz nas colocações, e não considera que ocorreu discriminação. “Não ouve ofensa nenhuma em ser chamado de negro. Ele foi infeliz e acredito que o atleta estrangeiro vai ganhar, principalmente por ter xingado o jogador Ramirez do Bahia”, opinou Faria.
Segundo o experiente árbitro, que viaja por todo o Estado de São Paulo, é um orgulho ser chamado de negro. “Graças a Deus fico envaidecido de me chamarem de negrão. Se me chamarem de negro a toa e nego safado, ai é outro departamento”, opinou Faria. Para ele, se sentir ofendido, tem que responder a altura e fica tudo resolvido.

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