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domingo, 19 de maio de 2024

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Assistentes sociais judiciárias explicam sobre processo de adoção de crianças e adolescentes

Na comarca de Barretos, a responsabilidade por julgar e permitir as adoções de menores é da 2ª Vara Criminal. De acordo com as assistentes sociais judiciárias Marcia Abrão e Maria Gorete, apesar das 35 pessoas na fila de espera para adotar uma criança, como aponta o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não há crianças, apenas um adolescente de 16 anos.

As assistentes explicaram ao ‘JBR’, em entrevista exclusiva, que o adolescente acolhido não quer ser adotado, e os motivos elas preferiram manter em sigilo. Em continuação do assunto, “o fato de a criança ou adolescente estar no acolhimento não significa que estão aptos para adoção. A maior parte deles, retornam para a família natural, porque o Estatuto da Criança e do Adolescente requer que, antes de disponibilizar uma criança para adoção, primeiro esgote todas as possibilidades deles de retornarem à família de origem”, esclareceu Marcia.

Durante a entrevista, ambas concordaram que os adotantes dão mais preferência para bebês. “Você deve ter ouvido dizer na mídia, exaustivamente, sobre isso. Porque a conta não fecha, com relação ao número de pretendentes e de crianças e adolescentes disponíveis. E justamente pelo fato de que o perfil mais procurado é o de crianças bem pequenas”, disse Maria. Veja na íntegra

Foto: Da esquerda para a direita, Marcia Abrão, Maria Gorete e Luciano de Oliveira Silva, juiz da 2ª Vara Criminal e da Infância e Juventude da Comarca de Barretos

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