sábado, 21 de julho de 2018

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Motorista afirma que ex-companheiro de sua esposa ateou fogo em seu caminhão

No Plantão Policial esteve o motorista F.M.S., 37 anos, morador no bairro Christiano Carvalho, relatando que ele foi casado com a G.S.F., pelo período de 13 anos, e desta união adveio o nascimento de uma menina, que hoje tem 13 anos de idade.
Anos atrás, o casal se divorciou e ficaram separados por três anos e nesse meio tempo a G.S.F., se envolveu amorosamente com o A.L.L.S., 38 anos, morador em uma fazenda no Distrito de Alberto Moreiras, tendo este relacionamento durado pelo período de dois anos e desta união eles tiveram uma filha, que hoje tem um ano e dois meses, porém a G.S.F. terminou o relacionamento amoroso com A.L.L.S., há cerca de três meses em razão de ele ter se tornado uma pessoa agressiva, tendo inclusive lhe batido, havendo ainda uma decisão de Medida Protetiva a favor da mulher, expedida pela 1ª Vara Criminal de Barretos, na qual o A.L.L.S., deve manter distância mínima de 100 metros da mulher que atualmente reatou o relacionamento com a vítima, seu primeiro marido, F.M.S., estando eles juntos há dois meses.
Na noite do registro da ocorrência, o caminhão Mercedes Benz, ano 1994, verde, o qual é dirigido pelo motorista F.M.S., estava parado em frente à casa da mulher, no bairro Christiano Carvalho, e por volta das 20h30, ela saiu de casa com o carro para comprar pomada para a bebê, e após 10 minutos, o motorista ouviu um barulho de carro e de uma motocicleta, e achando que era a mulher que estava voltando, ele acionou o controle do portão para abri-lo, e neste momento ele se deparou com o A.L.L.S., parado em uma motocicleta, jogando gasolina em cima do capô do caminhão, observando ainda que havia também um veículo Golf, preto, dirigido pela irmã do autor, identificada como “Daiana”, que estava acompanhando a situação.
Logo em seguida os dois saíram e então o motorista ouviu o barulho de uma explosão.
Desesperado ele pegou uma mangueira e começou a jogar água no caminhão, sendo acionada a Policia Militar, que esteve no local, mas não foi possível localizar o A.L.L.S. Também foi relatado pelo motorista que toda a parte elétrica do caminhão foi queimada, portanto, este não está possibilitado de transitar e que inclusive o para brisa está trincado, estando o caminhão carregado de miúdos de boi (carga perecível), e precisa ser arrumado para que possa ser levada a carga para descarregar.
O caso foi encaminhado ao setor competente.

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