quarta-feira, 18 de setembro de 2019

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SEMANA DA PÁTRIA

BOM DIA BARRETOS.

Inicialmente, um pouco de nossa história. Em 1.807, quando o Exército Francês invadiu Portugal, a família real portuguesa, teve que fugir para o Brasil, transferindo para cá o governo português. Em 1.815, D. João VI elevou o Brasil à condição de reino unido. Em 1.820, na cidade de Porto, iniciou-se uma revolução que exigia o retorno imediato de D. João VI a Portugal, bem como a convocação imediata das Cortes para decidir o destino do Império. D. João VI, tendo que voltar a Portugal, decidiu nomear seu filho mais velho, D. Pedro de Alcântara de Bragança, como Príncipe Regente do Brasil. 

Desde o retorno de D. João VI a Portugal, as Cortes portuguesas passaram a exigir o imediato retorno de D. Pedro a Portugal, bem como, do Brasil à antiga condição de colônia portuguesa. Já no final de 1.821, D. Pedro passou a receber ultimatos da corte para que retornasse imediatamente a Portugal. 

Como reação a esses ultimatos, foi lhe encaminhado um abaixo-assinado com mais de oito mil assinaturas, pedindo que não atendesse à convocação e permanecesse no Brasil. Em 9 de janeiro de 1822, conhecido como Dia do Fico, D. Pedro finalmente se posicionou, pronunciando a famosa frase “Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico.” 

Finalmente, em 7 de setembro de 1.982, às margens do riacho Ipiranga, quando retornava de Santos ao Rio, recebendo uma nova mensagem, sacou sua espada e proferiu o grito: “Independência ou Morte.” Estava assim decretada a independência do Brasil. 

Esse é um breve relato que todos os alunos deveriam receber na sala de aula, enquanto iam-se lhes moldando o espírito de brasilidade. Pena que hoje nossas escolas, com honrosas exceções, estão mais preocupadas em discutirem “gênero” e falarem de sexo e exploração do corpo, que ensinarem história e geografia. 

Lembrei-me então, que anos atrás, tive a oportunidade de passar um quatro de julho nos Estados Unidos, dia da comemoração da independência daquele país, e fiquei encantado com o sentido de patriotismo daquele povo. 

Quando nosso presidente estabeleceu a Semana da Pátria no Brasil, tentando reacender o amor pelo nosso país, que vinha se deteriorando na mesma marcha com que vinha se perdendo o sentimento de família, tão desgastados nos últimos anos, confesso que intimamente aplaudi a iniciativa. 

Quando se convocou os empresários para darem descontos especiais durante a Semana da Pátria, entendi que o que se procurava era criar um clima de festividade em torno da data. Ao convocar a população a vestir verde e amarelo no sete de setembro, apenas reforçou a busca por criar um clima de orgulho por ser brasileiro. 

Mais uma vez, pena que alguns comentaristas passaram a defender até que pessoas saiam de preto, para contestar o presidente, quando em verdade, estão apenas prestando um grande desserviço à Pátria. O Brasil é muito maior que embates políticos vamos, pois, amar e respeitar nossa querida pátria BRASIL.

                                         

BOM DIA BARRETOS.

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