quinta-feira, 18 de julho de 2019

Artigos

O sofrimento alheio

Não deixes de consolar os que choram, aproxima-se dos que estão aflitos. (Eclo 7, 38)

O autor do livro do Eclesiástico é Jesus de Sirac, e nele, o mesmo demonstra a importância da sabedoria e confiança na piedade e na existência de um Deus único, bem como a ética estóica, que demonstra resignação diante do sofrimento alheio.
Infelizmente, nós cristãos não temos enraizado a piedade em nosso dia a dia, não a vivemos plenamente como atitude e identidade no amor.
Tanto que pouco nos retiramos de nosso itinerário cotidiano para dar conselhos e consolar aqueles que sofrem. Aproximarmo-nos dos que estão em estado de aflição é ato de compadecimento dos sofrimentos alheios e ir ao encontro destes, buscando aliviar suas dores e fazendo parte de sua vida, mesmo que apenas ouvindo-os em suas dores.
Entretanto, deveríamos praticar as obras de misericórdia espiritual preconizada pela Igreja, perpetuada na história e prática. Elas deveriam ser bastante comum entre nós. Infelizmente e não raro, fazemos o contrário do que é proposto por Deus, pois é ao lado dele e por Ele que o visualizamos no próximo. Portanto sirvamos a Deus no irmão excluído da sociedade.
Carlos Araki
Seminarista

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