domingo, 23 de setembro de 2018

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Não espere pelo Epitáfio!

A palavra “Epitáfio”, cuja origem vem do grego e significa: “Sobre a tumba, ou sobre o tumulo”, ao qual são descritas frases para homenagear as pessoas que foram sepultadas e que deixaram marcas positivas na vida das pessoas que aqui ficaram, nos remete a pensarmos sobre a história da vida daqueles que já partiram e também a nossa realidade, pois somos capazes de construir através de nosso trabalho e esforço um mundo melhor, mais alegre e feliz e ajudando a que mais pessoas também sejam.
Ao fazer uma análise da música “epitáfio” de inspiração do grupo titãs, vemos como que um desabafo, um arrependimento, que nos chama a refletir sobre nossas ações, ao qual elas se apresentam estando no passado, ou seja, ações que não aconteceram e que não tem como acontecer, e que foram deixadas ao acaso, como: “Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer, etc.”
Ao partilhar esta realidade com um grupo de jovens, pudemos perceber, o quanto é importante parar e pensar sobre o que nós estamos deixando no meio onde vivemos, e se realmente estamos aproveitando e vivendo bem cada minuto que Deus nos concede neste espaço. No final da partilha chegamos à conclusão que na maioria das vezes não comtemplamos e nem damos mais valor as coisas simples, até mesmo a oportunidade de se reconciliar com os próprios familiares e expressar o amor que sentimos uns pelos outros.
Sabemos que não nascemos prontos, temos a capacidade de nos construir e melhorarmos as nossas atitudes a cada dia, por isso aproveite as oportunidades que a vida lhe oferece para ser feliz, para construir e edificar seus projetos e realizar seus sonhos, estabeleça relações de amizades e valorize as pessoas que te amam e torcem por você, família, amigos, e se dê um tempo para se encontrar consigo mesmo, rompendo com as cadeias do egoísmo que nos gera uma vida consumista, sem tempo e infeliz. Ainda dá tempo de fazer a diferença, não se deixe levar pelo acaso e pela distração, não espere pelo “epitáfio”
Daniel Canevarollo, Seminarista

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