segunda-feira, 25 de março de 2019

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ÉTICA E ESTRATÉGIA NA GESTÃO DE PESSOAS

O mundo está muito dinâmico, o que foi ontem não temos certeza que o será hoje, e isso é mais visível no mundo corporativo. A dinamicidade que move as empresas impacta diretamente em sua gestão. Têm-se, diariamente, novos padrões de gerenciamento, isto é, as decisões mudam-se constantemente, afetando, inclusive as estratégias empresariais. Vários fatores externos contribuem para isso, mudanças na economia local e global, competividade acirrada, novas tecnologias, decisões politicas. E é neste contexto que os gestores têm a difícil tarefa de desenvolver estratégias que possibilitem a permanência e, consequentemente, a maximização dos lucros. É partir desse cenário que entra a ética. Define-se ética como “aquilo que pode ser diferente do que é, da aprovação ou reprovação do comportamento observado em relação ao comportamento” (Maximiano, p.293). Em outras palavras, o que rege a conduta de um individuo ou uma organização, em relação aos seus objetivos e valores.
Muito é discutido qual o impacto da ética na gestão de pessoas. Não se pode dissociar um do outro. As empresas são compostas de pessoas, e estas, em seu contexto social, inserida em um ambiente organizacional. Daí a importância dos gestores, principalmente os ligados ao ativo mais importante, conhece-las. Dentre tantas as possibilidades, a ética trata justamente de como a empresa cuida de seus profissionais, questionando-se quais são as politicas que deve adotar, para que, motivando-os, faça com que a empresa se torne mais competitiva. Ética empresarial significa, sobretudo, alinhar os objetivos da empresa com os valores que cada pessoa traz consigo, para, assim, permanecer competitiva em um mundo altamente globalizado. Alias, fala-se muito em globalização, mas qualquer empresa que não trabalhe a ética dentro de seu contexto, não conseguirá sobreviver.
Gestores de pessoas devem estar conscientes de seu papel, como líderes que, estrategicamente, utilizam ferramentas em prol da empresa, mas que influenciam as pessoas a buscarem resultados. Chiavenato (2005) levanta uma discussão acerca da importância das pessoas para as organizações, afirmando que as pessoas não são apenas recursos, entretanto parceiros das organizações. Neste quesito, é visível a importância das pessoas como executores das estratégias as quais levarão empresas ao seu objetivo. É importante, portanto, que gestores desenvolvam estratégias pautadas na ética e sustentabilidade empresarial e que empresas percebam que somente por meio da gestão de pessoas isso realmente é possível.

Ricardo Sorati de Souza.
Aluno da Pós Graduação Gestão de Pessoas da Faculdade Barretos
E-mail: rsorati1@gmail.com

Profa. Dra. Fabiana Faria Rezende. Faculdade Barretos.
Fabiana@unibarretos.com.br

Nádia de Castro Carvalho. Faculadade Barretos
nadia@unibarretos.com.br

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