domingo, 15 de julho de 2018

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Ele é Senhor, o Cristo, o Messias

Na época da entrada de Jesus em Jerusalém, usava-se a expressão “Bendito o que vem em nome do Senhor” para o Messias. Também só se tomavam ramos de oliveiras, de palmeiras, para os ungidos do Senhor.
Ainda hoje, se formos à terra de Israel e tirarmos a folha de uma árvore, um judeu nos repreenderá, porque lá não se arrancam folhas. O plantio ali é de grande esforço, a terra é difícil, e para produzir é preciso muito cultivo.
Portanto, se na entrada do Senhor arrancaram ramos das oliveiras, palmas das palmeiras, foi porque se tratava do Senhor dos senhores, Reis dos reis, do Criador de todas as coisas. Da mesma forma, pegar os mantos e pôr no chão para alguém passar por cima significava que este era ungido do Senhor, pois estender os próprios mantos equivalia a se pôr no chão para que o Rei passasse por cima. Era isto que todo judeu esperava: ser como um tapete sobre o qual andasse o Messias.
Jesus se proclamou Deus, Rei, Senhor, Messias, e isso lhe causou muito sofrimento, a perseguição e a morte. Ele morreu na cruz, como um Salvador, para salvar a humanidade. E em sua segunda vinda, nós, que somos de Jesus, teremos que testemunhá-Lo como aquele povo o fez; teremos de proclamar, diante dos homens, que Ele é Senhor, o Filho de Deus, e que não existe outro Cristo, outro Messias. E isso nos trará muito sofrimento.
Basta olhar a situação do mundo para perceber o quanto a humanidade precisa do Evangelho, da libertação do Senhor, antes que seja tarde. E nós temos pouco tempo para evangelizar! Precisamos investir nossa vida no Evangelho, não há como agir de outra maneira.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

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